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Marina de Sabrit

22/01/2001

“Espero dar certo como sogra”
A socialite conta que seu futuro genro Fábio Jr. era seu ídolo e “galanzão” na juventude, defende os casamentos eternos e se diz submissa ao marido

Edwin Paladino

André Moura

“Casamento é algo muito importante na minha família. Patrícia está se casando para sempre”

Com o casamento da filha, a atriz Patrícia de Sabrit, com o cantor Fábio Jr., os holofotes se voltam, mais uma vez, para a socialite Marina de Sabrit, responsável pelos preparativos da cerimônia que vai se realizar no Jockey Clube, em São Paulo, no dia 27.

Rainha das colunas sociais até o início dos anos 90, a sogra do ano diz que está mais reservada. Prefere a companhia da família a uma festa badalada. Aos 48 anos, aposentou as minissaias e amenizou o penteado estilo Jane Fonda, mas conserva as unhas vermelhas. “Pinto toda semana”, conta.

Marina acorda por volta das 6h, caminha com os dois cachorros e chega à Renaux, tecelagem da família há mais de cem anos, às 8h30, onde trabalha como gerente de desenvolvimento de produto. “Só saio antes das 19h30 para fazer as unhas”, afirma.

Depois do expediente, vai ao encontro do marido, o empresário francês Thierry de Sabrit, na mansão do bairro do Morumbi, em São Paulo. Lá, é comum que as conversas ocorram em francês, inglês ou alemão. Antes do jantar, enche de beijos os cachorros e o gato de estimação. “Amo os animais. É o meu lado Brigitte Bardot”, diz, com um leve sotaque francês.

Como está o assédio em torno da sogra do ano?
Estou adorando a idéia de ser sogra, ainda mais do Fábio Jr. Quanto mais o conheço, mais o aprecio. Ele era meu ídolo quando eu era menina. Na minha turma de amigas, ele era o “galanzão”, embora eu gostasse mesmo do Terence Stamp, um ator americano dos anos 60.

Como é ter um ídolo como genro e quase da mesma idade?
A partir do instante em que ele passou a ser namorado e noivo da minha filha, virou um menino, apesar de ele ter 47 anos e eu 48. Mas Fábio aparenta ter 36, 38 anos, tem o espírito jovem, é bem-humorado. Ele é absolutamente adorável. E não é porque vai ser marido da minha filha que estou enaltecendo-o.

Patrícia diz que a maioria das mulheres da família de vocês casou cedo. Havia uma cobrança em relação a ela nesse sentido?
As mulheres da nossa família casaram-se jovens sim. Me casei com vinte anos, na minha época era comum casar cedo. Antes de ir para Miami, em 1998, ela colocou na cabeça que queria casar. Mas eu falava para ela: “Antes dos trinta não case, minha filha!”. Primeiro a realização profissional, depois o relacionamento.

Assustou-se com o casamento relâmpago?
No primeiro instante fiquei espantada. Mas sou muito racional, entendo as coisas com facilidade. Não complico. Casamento é coisa séria, não é brincadeira. Ela tem 25 anos e sabe da vida dela. Por respeito aos pais, à tradição da família, fez questão de nos informar e o Fábio topou fazer a coisa como se deve. Era um sonho dela noivar, casar. Tudo muito tradicional.

Conversa sobre sexo com seus filhos?
Não sou mãe confidente, não suporto isso. Nunca falei sobre drogas, virgindade. Só quando a aids surgiu, falei sobre o assunto. Perdi alguns amigos gays e disse para meus filhos se preocuparem com isso.

Em 1991, você disse que tinha sonhos eróticos com o ex-presidente Fernando Collor. Como é essa história?
Isso faz muito tempo. Sonhei com o ex-presidente subindo a rampa do Planalto e ele tinha um físico maravilhoso, algo assim. A entrevista saiu tendenciosa. Não gosto de falar a respeito. Sou uma mulher de quase cinqüenta anos, com outro enfoque. Antes, falava as coisas de qualquer maneira. Asgora estou mais reservada.

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