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Biografia 08/01/2001

Vianinha, Cúmplice da Paixão
Biografia escrita por Dênis de Moraes ganha edição revista e ampliada

Leia trecho do livro

 

Cristian Avello Cancino

Divulgação
Vianinha, em foto de 1970

A história está em Vianinha, Cúmplice da Paixão (Editora Record, 418 págs., R$ 42,00). Com o fim da Segunda Guerra Mundial, Assis Chateaubriand queria desenvolver no Brasil a indústria do entretenimento. Havia conhecido a televisão nos Estados Unidos, mas o cinema despertava-lhe devoção. Convocou o respeitado dramaturgo Oduvaldo Vianna para dirigir o curta-metragem Quase no Céu e ver no que dava.

Vianna colocou seu filho, o Vianinha, para participar de uma cena de atropelamento. Foi a primeira incursão artística de Oduvaldo Vianna Filho (1936-1974). O filme não foi bem e Chateaubriand investiu seus dólares na implantação da tevê.

Publicada pela primeira vez em 1990, por meio da editora Nórdica, a biografia de Vianinha pelo jornalista Dênis de Moraes está de cara nova. Revista e ampliada, a edição traz informações inéditas sobre o biografado. Muitas delas colhidas nos arquivos do Departamento de Ordem Política e Social (Dops), abertos recentemente pelo governo à pesquisa pública.

Fiel à cronologia e ao personagem, Moraes acaba narrando 38 anos de história do País – os anos vividos por Vianinha, militante do Partido Comunista, fundador do Teatro de Arena, dramaturgo, ator, roteirista de tevê.

Além de prestar o devido e merecido tributo a Vianinha, o livro tem o mérito de situar historicamente os episódios que marcaram sua vida. Assim, é possível entender a relação entre a vida cultural e alguns processos históricos, como por exemplo o golpe militar de 64.

O teatro foi o grande foco de sua vida. Em uma crônica publicada em 1965, Nelson Rodrigues proclamou: “O caro colega reinventou o teatro, ou seja: reinventou uma arte que tem para lá de seis mil anos”. Para ele, era uma forma de resistência.

Vianinha morreu prematuramente, aos 38 anos, vítima de câncer, no Rio de Janeiro. No leito de morte, deixou escrita sua obra-prima, a peça Rasga Coração, sem nunca tê-la visto montada. História cultural do Brasil

 

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