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Arte e arquitetura 08/01/2001

Quando o Brasil era Moderno
Exposição mostra por que o Rio foi a capital da arte moderna

Paula Alzugaray

Fotos: Divulgação
“Vista do Mar”, de Visconti (à esq.) e “Caricatos”, de Di Cavalcanti

O feito é uma unanimidade. Anita Malfatti deu o pontapé inicial do modernismo brasileiro quando apresentou, em dezembro de 1917, em São Paulo, a tela “O Homem Amarelo”. Sua livre interpretação da figura humana foi atacada por Monteiro Lobato e exaltada por Mário e Oswald de Andrade, as duas cabeças da Semana de Arte Moderna de 1922. A partir de então, São Paulo se consagraria como o foco irradiador do modernismo.

Mas a importância do Rio de Janeiro para a integração dos artistas modernistas de todo o País nunca foi tão bem explorada quanto na exposição Quando o Brasil era Moderno/Rio de Janeiro de 1905 a 1955, no Paço Imperial. A exposição mostra como a transformação urbana que começou em 1905 fez da capital federal da época um centro aglutinador de modernismos de vários sotaques.

Segundo o curador-geral da mostra e diretor do Paço Imperial, Lauro Cavalcanti, o modernismo não foi apenas um estilo, mas uma postura ética e estética que envolveu artistas, arquitetos e educadores em busca de uma nova identidade nacional. É interessante notar como os agentes desta redescoberta dos valores nativos passaram pelo Rio de Janeiro em momentos chaves de sua carreira — muitos até mudaram-se para a cidade.

Mário de Andrade viveu lá durante três anos e Tarsila do Amaral realizou sua primeira individual, em 1929, no Palace Hotel, onde expôs “Rio de Janeiro – Pão de Açúcar”. Lá também expôs pela primeira vez o paulista Cândido Portinari que, mudando-se para o Rio, tornou-se o mais importante pintor e muralista da arquitetura modernista carioca e atingiu o status de “maior artista brasileiro”. Estão na mostra do Paço Imperial, por exemplo, a maquete do painel de azulejos da fachada do MEC e as quatro telas abstratas “Água, Fogo, Terra e Ar”, encomendadas para o Ministério da Educação.

Em mais de 200 obras, a exposição traça uma linha evolutiva que começa em 1905 com a abertura da Avenida Central (hoje Av. Rio Branco) e culmina em 1955 com o Aterro do Flamengo. No marco zero desta trajetória, entre os antecedentes do modernismo, situam-se caricaturas assinadas por Di Cavalcanti e a tela impressionista “Vista do Mar”, de Eliseu Visconti. O ápice são os concretistas Lygia Clark e Hélio Oitica, sintonizados com a linha construtiva do Museu de Arte Moderna do Rio (MAM – RJ), de Oscar Niemeyer. Anos dourados

Até 25/03/01 – Paço Imperial – Praça 15 de Novembro, 48 – Rio – tel.: (21) 533 44 07

 

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