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100 Anos de gravura brasileira

Paula Alzugaray

Fotos: Reprodução

Dor (1909), de Lasar Segall (acima à esq.); Retirantes (s.d.), de Renina Katz (abaixo), e Criação – Homem e Mulher (1993), de Gilvan Samico

Um projeto multidisciplinar do Itaú Cultural, com três exposições simultâneas, um livro, um videodocumentário, um seminário e oficinas de gravura (tudo gratuito), proporciona uma experiência completa no universo da gravura brasileira.

Em São Paulo, a mostra Investigações: A Gravura Brasileira (até 18 de fevereiro) focaliza a evolução da gravura no século 20. sEm Brasília e Belo Horizonte (até 26 de janeiro), a exposição São ou Não São Gravuras? mostra como a gravura contemporânea derrubou fronteiras e se relaciona com as novas tecnologias.

O primeiro capítulo da arte gráfica brasileira foi escrito pela gravura moderna. Em texto de 1957, reproduzido no livro Gravura – Arte Brasileira no Século 20 (Cosac & Naify, 270 págs., R$ 90), Carlos Oswald (1882 – 1971)
é apontado como pioneiro.

O italiano naturalizado brasileiro foi o primeiro a deslocar a gravura dos livros para as galerias, mas foi seu contemporâneo Oswaldo Goeldi (1895 – 1961) quem se tornou o grande mestre do século 20. Com a ajuda de Anita Malfatti (1889 – 1964) e Lasar Segall (1891 – 1957), Goeldi construiu a ponte entre o expressionismo alemão e o modernismo brasileiro.

Depois de muita figuração de retirantes e miséria, o primeiro grupo a romper com a figura foi reunido no módulo “Abstratos-Concretos”. A turma da década de 50 (entre eles, Lygia Pape, Sérvulo Esmeraldo e Arthur Luiz Piza) inaugurou o abstracionismo na I Bienal Internacional de São Paulo, em 1951.

No campo das intersecções de gêneros, o módulo “Metáforas/ Cruzamentos” reúne uma série de “apaziguadores”, que cruzaram referências do expressionimo com a crítica política e a estética da xilogravura de cordel. O pernambucano Gilvan Samico (1928) e o baiano Calasans Neto (1932) estão entre eles.

Já o cruzamento de técnicas na gravura contemporânea é tema da exposição São ou Não São Gravuras, em Brasília e Belo Horizonte. Com a proposta de investigar a fusão da gravura com pintura, fotografia, escultura e novas tecnologias, a mostra traz xerografias de Nelson Leirner e Alex Flemming e impressões digitais de Monica Schoenacker e lança ao espectador a pergunta: isto é ou não é gravura?

Itaú Cultural São Paulo – av. Paulista, 149 – tel.: (11) 238-1700 / Belo Horizonte – Rua Goitacazes, 29 – tel.: (31) 3222-8160 / Brasília – SCS Quadra 3 bl.A n.30 – tel.: (61) 322-1803

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