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Personalidade do ano 2000

Televisão
Alegre e determinado, ele tornou-se um dos principais apresentadores de tevê do País ao herdar na Globo o horário do mitológico Chacrinha
 Foto: Piti Reali

Luís Edmundo Araújo

Piti Reali
“Sempre levei a sério as oportunidades que me deram. Em função disso, as coisas foram crescendo’’

O apresentador Luciano Huck enfrentou este ano seu maior desafio profissional ao estrear o Caldeirão do Huck, um programa nas tardes de sábado na Globo, no horário herdado do eterno Chacrinha. Com um programa ágil e descontraído, Huck conseguiu se firmar como uma das estrelas da emissora e consolidou a carreira profissional iniciada precocemente aos 14 anos. “Sempre levei a sério as oportunidades que me deram. Em função disso, as coisas foram crescendo”, diz.
Aos 29 anos, Huck aponta a capacidade de trabalho como segredo para o seu sucesso. Ele consegue se dividir em várias atividades ao mesmo tempo. Comanda e produz o Caldeirão, estrela das tardes de sábado na tevê, apresenta ao vivo o programa Torpedo na rádio Jovem Pan de São Paulo, líder de audiência no horário das 19h às 22h, e é sócio da Rádio Jovem Pan do Rio de Janeiro, que entra no ar no próximo mês. Além disso, é dono de uma boate no litoral paulista, de um restaurante e de uma incorporadora de lofts em São Paulo. Antes de se mudar para a Globo, apresentou por dois anos o programa H na Bandeirantes, no qual criou as personagens Tiazinha e Feiticeira, dois megassucessos de mídia. “Sou um cara de comunicação”, define-se.

As oportunidades surgiram cedo na vida de Huck. Aos 14 anos, ele fazia a seção 20 perguntas na revista Playboy. Três anos mais tarde, era estagiário do consagrado fotógrafo J.R. Duran. Em seguida, estagiou nas agências de publicidade W/Brasil, DM9 e Talent, época em que se tornou empresário ao abrir, junto com amigos, o Bar Cabral em São Paulo. Foi também colunista social no Jornal da Tarde, antes de ingressar na televisão. “Gosto de todos os veículos, independente se o formato é eletrônico ou impresso.”

Piti Reali
“Gosto de montar times. Acho que essa é uma das grandes sabedorias’’

O rádio vai passar a ocupar mais tempo na agitada agenda de Huck a partir do dia 1º de janeiro de 2001, quando deverá entrar no ar a Joven Pan do Rio de Janeiro. O projeto, em parceria com a diretora do núcleo do Caldeirão, Marlene Mattos, estava na cabeça do apresentador há dois anos, quando começou a procura por um dial no Rio. “Para mim é importante ter um bracinho de mídia forte no público jovem, ainda mais com a Marlene, que não dá nem para comentar o quanto ela é competente com relação a isso”. A toda-poderosa diretora global retribui o elogio. “Ele é um bom garoto.” Mais que isso: Huck é o mais consagrado dos novos talentos da televisão, um dos poucos rostos que não mudam a cada verão.

Com a nova rádio, mais pessoas passarão a depender do trabalho de Huck. Hoje, segundo estimativas informais do próprio apresentador, são cerca de 500 empregados em todos os seus projetos. “Gosto de montar times. Acho que essa é uma das grandes sabedorias”, diz. Atualmente, ele divide a semana entre o Rio e São Paulo. Paulistano, comprou um apartamento num luxuoso condomínio em São Conrado, no Rio, em abril, quando o Caldeirão entrou no ar.

Durante 2 anos, ele
apresentou o programa H,
na Bandeirantes, no qual
revelou Tiazinha e
Feiticeira. Agora, comanda
o Caldeirão do Huck, na
Globo, tem 1 programa na
Rádio Jovem Pan de São
Paulo, é sócio da nova
Jovem Pan do Rio, dono de
1 restaurante, 1 boate e 1
incorporadora de lofts.
Quase 500 pessoas têm
empregos que dependem
de suas atividades.

Além de empregos, o apresentador virou especialista em criar fenômenos de popularidade, como Tiazinha e Feiticeira. “Provei que é possível inventar um personagem nacional, mesmo numa emissora sem a audiência da Globo”, diz Huck, referindo-se à Rede Bandeirantes. “Senti meu poder de fogo ali.” Para o Caldeirão, Huck chegou a anunciar uma nova personagem, a Prima, mas ainda não há previsão para ela ir ao ar. “Muita gente tentou fazer algo parecido depois e não deu certo. Essas coisas são muito do momento”, acredita. E, no momento, Luciano acha que não precisa criar mais um personagem feminino para ganhar audiência. “Por enquanto, conseguimos provar que podemos fazer um bom programa, popular, sem exercitar a sensualidade de ninguém”, afirma.

Segundo a mãe de Luciano Huck, Marta Grostein, ele sempre foi uma criança comunicativa. “Era um menino competitivo e muito sociável. Um ótimo filho, sempre presente”, diz ela. “Mas não tem esse negócio de ele dizer que queria ser apresentador desde pequeno. A carreira dele foi construída ao longo do tempo, por ele mesmo, e tem a ver com um talento que ele foi aprimorando.” Se os projetos profissionais de Huck estão bem definidos, a vida pessoal está em aberto. Depois de namorar a apresentadora Eliana e a cantora Ivete Sangalo, ele se diz solteiro e brinca com a situação. “Quero ver se arrumo uma namorada para o novo século.” Pelo talento com que se comunica e pela determinação com que cumpre seus objetivos, esta parada é só uma questão de tempo.

 

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