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Drama

O Jardim das Cerejeiras
Tonia Carrero encara Tchekov ao lado de Renato Borghi

Cristian Avello Cancino

Divulgação
Tonia Carrero e Renato Borghi

O cerejal de uma família aristocrática sem dinheiro está prestes a ser vendido. Um burguês local quer transformá-lo em colônia de férias, dividi-lo em lotes para lucrar. E a família, preocupada em mantê-lo, mas admitindo sua impotência para a tarefa, vê a propriedade ser leiloada com conformismo, mas mantendo a pose.

É o fio dramático de O Jardim das Cerejeiras, última peça do autor russo Anton Tchekov (1860-1904) e talvez a mais atemporal delas. Nesse texto, o criador de A Gaivota e Tio Vânia vislumbra as transformações sociais e os conflitos que ocorreriam na Rússia após a sua morte.

Quase um século depois, um diretor de 28 anos resolve montá-la no Brasil reunindo no elenco nomes como Renato Borghi e Tonia Carrero — criador do Oficina ao lado de Zé Celso e primeira-dama do TBC, respectivamente. Élcio Nogueira, esse diretor, tem na bagagem a comemorada concepção de Tio Vânia (1998), que contava com o mesmo Borghi e Mariana Lima no elenco. Nessa montagem, mostrou profundo respeito pelo texto, sem impor referências contemporâneas ou adendos cômicos à dramaturgia original.

O mesmo ocorre em O Jardim das Cerejeiras. Nogueira sabiamente concebe o espetáculo marcando cenograficamente muito bem os diferentes planos onde as ações ocorrem. Apesar de a trama se passar numa propriedade rural, o cenógrafo Hélio Eichbauer cria uma pequena sala onde os protagonistas tomam café, outra onde a dona do jardim das cerejeiras, a Lhuba de Tonia Carrero, senta-se para descansar.

Isso garante a fluidez do texto, cujos conflitos raramente chegam ao clímax, pois sempre são dissolvidos por uma outra ação inesperada que chama a atenção do espectador para outra zona do palco. Como se diz, nada acontece nos dramas de Tchekov. Em suas peças, o drama é justamente a inação. E este “jardim suspenso” representa muito bem isso. O saboroso gosto da cereja

Até 4 de março - Sesc Vila Mariana – r. Pelotas, 141, tel.: (11) 5080-3147 – São Paulo.

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