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Dança

ALLAN FALIERI
Carioca do melhor balé

O bailarino é o único brasileiro a fazer parte do primeiro time do Béjart Ballet Lausanne, uma das mais importantes companhias de dança do mundo

André Barreto

Viviane Vilela
 
  Falieri: “Temos que acabar com essa coisa de achar que todo o bailarino é bicha’’

Ele ensaia no mínimo oito horas por dia e substitui com freqüência o primeiro bailarino Gil Romani, que tem 20 anos de estrada no Béjart Ballet Lausanne.

Allan Falieri, 22 anos, é o único bailarino brasileiro numa das mais importantes companhias de dança do planeta e uma referência em dança moderna.

Allan nasceu no Rio de Janeiro e é filho de um fisioterapeuta de clube de futebol. Tinha apenas 11 anos quando enfrentou o pai, Wica Lima, 61 anos, que queria transformá-lo num jogador. “Temos que acabar com essa coisa de achar que todo o bailarino é bicha”, disse ao pai e naquela época passou a estudar dança.

Allan abraçou a carreira como bailarino em 1989, quando foi assistir a uma apresentação do corpo de baile do Teatro Municipal do Rio de Janeiro. No fim do espetáculo sua mãe, Celina Carvalho, 58 anos, perguntou: “Gostou do que viu? Então por que você não faz balé?”. Foi o que fez.

Allan fez testes e conseguiu uma vaga naquela companhia. O senhor Wica, que é do Botafogo de Futebol e Regatas, demorou, mas rendeu-se: “No início meu pai não aceitou, mas hoje é meu fã de carteirinha”, diz Allan.

O talento para o balé moderno se manifestou em 1997, quando assistiu a um espetáculo do Béjart Ballet Lausanne. Arrumou sua mochila, juntou US$ 1.000 de economias do salário de R$ 800 como bailarino e foi para a Europa. Era época de testes nas grandes companhias. “Fui sem medo de errar, disputei com cem profissionais de todo o mundo, apresentei-me por último e fiquei entre os quatro classificados”, orgulha-se.

Ao chegar à Suíça, sede da companhia de balé, se surpreendeu com o salário: US$ 2.500. Para se ter idéia, no Brasil, um bailarino experiente ganha aproximadamente R$ 3.500. Há três anos vivendo na Europa, hoje ele fala francês e inglês com fluência. Mora num quarto e sala e reforça o orçamento de sua família no Brasil.

Desde que ingressou no time de Maurice Béjart, idealizador da companhia de dança, já esteve em mais de dez países e após a temporada no Brasil vai se apresentar no Canadá e depois na China.

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