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História

Dicionário Mulheres do Brasil
Livro contribui para construção da identidade da brasileira

Paula Alzugaray

Fotos: Divulgação
 
  Dalva de Oliveira, Marta Suplicy, Nélida Piñon e Maria Bonita: 500 anos de história sob um ângulo feminino (ou feminista)

O primeiro intuito deste Dicionário Mulheres do Brasil (Jorge Zahar Editor, 568 págs., R$ 49) foi superar o limitado registro histórico de mulheres brasileiras.

Os organizadores, Schuma Schumaher e Érico Vital Brazil, chegaram a 900 verbetes biográficos que esboçam um retrato dos 500 anos da condição feminina no País.

Além das célebres pioneiras, como Maria Lenk, a primeira atleta brasileira a participar de uma Olimpíada, Alzira Soriano, a primeira prefeita eleita no Brasil e na América do Sul (1928), ou Nélida Piñon, a primeira mulher a presidir a Academia Brasileira de Letras, a obra se empenha em vasculhar os bastidores da história e o anonimato das ruas.

Revela figuras incríveis. Dá nome às índias escravizadas ou catequizadas, às escravas negras que lideraram rebeliões ou às mulheres brancas que de alguma maneira revolucionaram seus âmbitos, revertendo valores vigentes.

O livro exerce um encanto especial ao colocar seqüencialmente figuras tão díspares e fascinantes quanto Dadá, companheira de cangaço de Maria Bonita, a cantora Dalva de Oliveira e Damiana da Cunha Menezes, a filha de um cacique caiapó seqüestrada da aldeia em 1780.

Organizado em ordem alfabética, funciona como uma ótima fonte de consulta, embora careça de um índice por atividades ou profissões. Para quem está pesquisando temas específicos, seria interessante poder contar com classificações do gênero: “sambistas” (e localizar figuras como Dona Neuma e Dona Zica), “ativistas políticas” (Olga Benário, Nieta Campos da Paz, Maria Werneck, Marilene Vilas-Boas Pinto, etc), “feministas” (como é definida a prefeita eleita de São Paulo, Marta Suplicy) ou “heroínas” (onde incluem-se Anita Garibaldi e Maria Degolada, a gaúcha que foi vítima de um crime passional em 1899 e virou nome de vila e de morro em Porto Alegre). De escravas a heroínas

 

 

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