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Justiça

“Quero meu filho de volta”
Rosane Damazio, ex-mulher de Falcão, recorre à Justiça brasileira para ter a guarda definitiva de seu filho com o comentarista de futebol da Rede Globo

Cesar Guerrero

Falcão (no destaque): confiança na justiça

Na quinta-feira 9, três desembargadores do Fórum Central de Porto Alegre devem julgar um recurso impetrado pela advogada radicada nos Estados Unidos, Rosane Leal Damazio. Trata-se de mais um capítulo da disputa judicial pela tutela de Paulinho, filho de Rosane com o comentarista de futebol da Rede Globo, Paulo Roberto Falcão.

Rosane não vê o filho pessoalmente há quinze dias. “Eu não entendo como ele consegue me impedir de estar com o meu filho dessa maneira”, diz Rosane. Os últimos rounds desta batalha foram vencidos pelo pai.

Na quinta-feira 2, ele pediu a suspensão dos encontros de Rosane com o filho alegando que ela teria exposto o garoto “ao mundo”, referindo-se à entrevista exclusiva dada à Gente. O argumento foi acolhido no dia seguinte pelo juiz Paulo Sérgio Scarparo, de Porto Alegre (RS). “Quando eu tinha a autorização judicial, o Falcão escondeu meu filho e eu não pude vê-lo”, diz Rosane. “Agora, quero lutar para ter ele de volta.”

O eco de seu drama repercutiu no Legislativo do Rio Grande do Sul. Na terça-feira 7, Rosane foi ouvida pela Comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa, presidida pela deputada petista Maria do Rosário. A história de uma mãe que está proibida pela Justiça de ver seu filho tomou proporções maiores. Não era para menos. É raro o fato de a mãe perder a guarda do filho para o pai.

A atriz Vera Fischer foi um desses casos. Perdeu a guarda de Gabriel, 7 anos, para o pai, o também ator Felipe Camargo. Mas a atriz global enfrentava o drama do vício em drogas e agora, superado o problema, recorre à Justiça para tê-lo de volta. Mesmo assim, nunca ficou proibida de passear livremente com o garoto. Rosane, ao contrário, não consome drogas, não bebe nada que contenha álcool e ainda se mantém ativa na profissão, nos Estados Unidos.

Por conta dessa situação, um grupo de manifestantes do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher se preparava para, no dia do julgamento do recurso de Rosane, ocupar o Fórum Central de Porto Alegre com faixas reivindicando a guarda de Paulinho para a mãe.

Arquivo Pessoal
Rosane com marido, Tomaso Gambino, e a filha Pauline, em São Paulo. E o garoto com o padrasto na praia de Malibu

A NOTA DE FALCÃO Para dar apoio a Rosane, o restante de sua família desembarcou na segunda-feira 6 no aeroporto internacional de Porto Alegre, vinda de Los Angeles.

O seu atual marido, o americano Tomaso Gambino, e Pauline Bonamigo, 16 anos, filha do primeiro casamento de Rosane, pretendem ficar no País até o reencontro com Paulinho. “Viemos dar apoio a Rosane”, diz Tomaso, dono de empresa do setor de telecomunicações.

É a primeira vez que ele vem ao Brasil, mesmo estando casado com Rosane desde abril de 1998. “Eu esperava conhecer o Brasil em outras circunstâncias”, diz. “Só agora consegui tirar folgas na escola para poder viajar”, diz Pauline. “Sem o Paulinho nossa família está incompleta.”

Diante da história contada pela mãe, Gente procurou insistentemente o comentarista Paulo Roberto Falcão. Acabou tendo retorno somente através de seu advogado de Porto Alegre (RS) Breno Mussi, na segunda-feira, 30. Ele garantiu que não sabia do paradeiro de Falcão. “Eu não sei onde ele está.”

Com a repercussão do drama, Falcão se manifestou apenas através de uma nota divulgada em todas as redações de jornais, revistas, rádios e televisão: “Para evitar que uma criança de sete anos sofra com a divulgação de fatos que dizem respeito à sua intimidade, o Estatuto da Criança e do Adolescente proíbe que sejam tratadas publicamente tais situações e sim discutidas apenas no resguardo do ambiente judicial”, anunciou.

“O surgimento desta campanha difamatória logo após a perda, pela denunciante, da guarda provisória do nosso filho, que me foi entregue pela Justiça brasileira e norte-americana, é o melhor atestado de lisura do meu comportamento público e privado. Embora sofrendo injustamente os efeitos das falsas acusações, mantenho confiança na Justiça, onde tudo ficará esclarecido e as responsabilidades devidamente apuradas.” É o que Rosane também pleiteia.

“Falcão devia raciocinar como homem”

Reprodução
 
  Flavia Frontoni e Giuseppe, filho de Falcão

Flavia Frontoni conheceu Falcão em Roma, em 1980. Do envolvimento de três anos, nasceu Giuseppe, hoje com 19 anos. Falcão nunca aceitou fazer um exame de DNA, mas Flavia conseguiu que a Justiça italiana o reconhecesse legalmente como filho do ex-jogador. Ela deu a seguinte entrevista à Gente:

Como a senhora conheceu Rosane Damazio?
Faz dois anos. Recebi um telefonema dos Estados Unidos, ela se apresentou e disse que queria que os dois garotos se conhecessem. Ela veio até à Itália, ficou comigo algum tempo. Tomou uma atitude belíssima.

Qual a sua avaliação sobre a atitude de Falcão?
Eu acho que, com a idade que tem, Falcão devia crescer e começar a raciocinar como um homem. Espero que, com o tempo, Falcão perceba como uma família é importante, e quanto é importante o amor que se deve à família, e também quanto é importante estar em paz com a própria consciência. E sublinho consciência porque creio que ele deve rever suas atitudes. Falcão cometeu um ato terrível. Tirar um filho de uma mãe, de noite, com cinco agentes. Será que ele já se perguntou o que pode ter causado para uma criança de sete anos? Eu gostaria de lhe perguntar isso. Não sei se ele pensa no que faz. Tirar um filho dos braços da mãe não é uma coisa muito bonita.

A senhora pensa em vir ao Brasil?
Quero ir, sim. Mas ainda estou planejando. Talvez depois do Natal.

Por quê?
Para estar perto da Rosane. Fico mal só de pensar no que ela está passando e no que eu passei. E também gostaria que Giuseppe pudesse passar alguns dias em companhia do irmão.

Alessandro Giannini

 

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