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Carreira

MARÍLIA GABRIELA
“Sou a rainha dos namorados mais jovens”

Estreando no teatro, Marília Gabriela diz sentir-se segura com Gianecchini e conta que até na Europa sofre preconceito por ter um companheiro mais novo

Rosângela Honor

Míriam Monteiro
 
  "Cinqüenta anos é uma fase em que você parece ter um botãozinho no peito que, acionado, solta um 'dane-se o mundo'"

Bibi Ferreira foi a primeira a aguçar em Marília Gabriela, no final dos anos 80, o desejo de subir ao palco. Na ocasião, faltou à jornalista coragem para enfrentar o desafio. Em junho passado, Gerald Thomas surpreendeu Marília ao convidá-la para atuar numa peça dele durante uma entrevista no programa Gabi da Rede TV!.

Aos 52 anos e 31 de carreira, Marília resolveu experimentar. Na sexta-feira 10, ela estréia como atriz, no monólogo Esperando Beckett, no Rio de Janeiro. Mãe de Theodoro, 27 anos, e Christiano, 22, ela contou com o apoio dos filhos e do marido, o ator Reynaldo Gianecchini, 27 anos, na nova empreitada.

Você é bem sucedida como jornalista. Não teme críticas ao trabalho de atriz?
Não mais. Quando se faz 50 anos e se tem as experiências que eu tive e a curiosidade que tenho, a gente passa a se preocupar cada vez menos com a opinião dos outros. A opinião dos outros, é deles mesmos. Eu quero mais é ser feliz!
É um atrevimento?
É um atrevimento. Se eu não puder mudar, experimentar e sacudir a pasmaceira, fico muito infeliz. Não é uma mudança, é um acréscimo. Estou muito feliz no que faço.

Há a possibilidade de uma mudança de carreira?
Nada na minha vida é definitivo, mas acho que não. Gosto demais do que faço. Eu não consigo pensar muito a longo prazo. Eu consigo mais ou menos pensar que em fevereiro vou tirar férias.

Como está conseguindo conciliar as duas funções?
Anos atrás, se acontecia um dia de calmaria, eu ia para o analista discutir o tédio da minha vida. Ele arregalava os olhos e dizia: “Você tem noção do que está falando, imagina como é a vida de 98% das pessoas?” Quanto mais ocupada fico, mais me torno feliz.

Você já teve alguma decepção como entrevistadora?
Sim, com a Madonna. Logo comigo, que era tão fã dela. Ela foi tão esnobe que devia ter dado uma martelada na cabeça dela. Me tirou do prumo.

Você não temeu a exposição no comercial que protagoniza com Reynaldo Gianecchini?
Repito, 50 anos é uma fase em que você parece ter um botãozinho no peito, que, ao ser acionado, solta um palavrão que é alguma coisa como “dane-se o mundo!” Você aperta o tal botão e resolve que o legal é ficar contente. Ao contrário do que imaginaram, não foi para dar um tapa de luva de pelica em ninguém. Fiz porque o texto era divertido e o cachê era bom.

Você sempre buscou a notícia e agora é alvo dela...
Estou na praça há tanto tempo, já namorei tanto rapaz, tantos, mas tantos... Sou a rainha dos namorados mais jovens. Nunca o assédio tinha sido tão avassalador como foi com o galã da hora. Levei um susto, foi desconfortável, meu telefone em casa não parava. Também foi desconfortável porque atingiu meus filhos. Me expuseram de uma forma viral. A sensação que eu tinha era de que estava escarrapachada na rua. Passou rápido porque decidi que não ia me aborrecer por causa dos outros.

O preconceito existe pelo fato de você ser mais velha ou por ele ser o galã da novela das oito?
As duas coisas. Acho até que, no Brasil e na minha posição, o preconceito é mais atenuado, tem aquela história de que essa gente de tevê é mesmo maluca. Mas, até na Europa, percebemos os olhares e lá ninguém sabe quem sou eu e quem é ele. O preconceito existe mesmo. Não é o Reynaldo Gianecchini, é o galã da novela das oito e todas as mulheres resolveram desejá-lo.

Sente que as mulheres gostariam de estar no seu lugar?
Se forem espertas sim, mas acho que os homens também gostariam de estar no lugar dele.

Você é insegura em relação a ele?
Não. O Gianne é mais maduro do que eu e desde o começo foi mais seguro. No início, tentei sabotar a relação e ele me chamou a atenção perguntando o que eu estava fazendo. Ele é muito tranqüilo, é o homem que mais me deu segurança na vida até hoje, por incrível que pareça. E é o mais novo que já namorei.

Como vocês abordam o assunto filhos?
É um assunto natural. Somos duas pessoas com passado, sabemos dos desejos, das vontades e dos sonhos de cada um. Desde que o conheço, ele sempre me disse que nunca pensou em filhos. Mas nada na vida é definitivo. Até agora não tivemos nenhuma área de atrito.

 

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