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De tempos em tempos, um detalhe toma conta da cena fashion.
Sem pedir licença, invade estampas, bijuterias, acessórios
e vira hit. Usar uma estrela hoje é tudo de bom. “É uma forma
lúdica que também simboliza brilho próprio”, diz o estilista
Marcelo Sommer, que sempre traz uma estrelinha que seja em
suas coleções.
Na
última, ainda nas lojas, o carro-chefe é a linha da sorte
(Lucky) com três estrelas em tamanhos diferentes, como a usada
pela VJ Didi. Com quatro estrelas tatuadas no braço direito,
Sommer arrisca um dedinho místico na escolha da estampa: “As
pessoas não costumam dizer que têm sua estrela da sorte? Então,
é isso, um símbolo”.
Deixando o esoterismo de lado para entrar na análise da moda,
o estilista interpreta o uso da estampa hoje como um resgate
dos anos 60 e 70, quando a geração flower power adotava elementos
naturais para se expressar. “Há uma certa mistura de referências
que agora se voltam para o novo milênio”, conclui.
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