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Você
conhece bem os seus ídolos? Então descubra de quem estamos falando.
Respostas no final da coluna.
1.
Aos 17 anos, comecei a descobrir que minhas poesias podiam ser letras
de músicas, mas só assumi isso seis anos mais tarde, quando entrei
numa banda, que faz sucesso até hoje. Sei que tinha a língua
presa, minha voz não era aprimorada e nunca estudei canto, mas tornei-me
o vocalista do grupo. Talvez o fato do meu pai ser o presidente
da gravadora tenha pesado na escolha. Como bom filho único, quis
brilhar sozinho e parti para a carreira solo. Entrei para a história
da música brasileira como o poeta que criticou a burguesia.
2.
Já fui uma modelo muito requisitada e, apesar de continuar bela,
dei uma pausa na carreira. Divido o meu tempo como empresária
de cosméticos e dona de casa. Talvez seja por isso que me chamam
de “Amélia”. Assídua sambista, já desfilei na avenida com uma coleira
em homenagem ao meu marido. Aliás, foi ele quem me proibiu de tirar
a roupa para uma revista masculina.
3.
Só agora meu filme que retrata a vida de celebridades entrou em
cartaz no Brasil. Não são só os meus trabalhos que causam polêmica.
Minha vida também costuma estampar as páginas dos jornais. Não entendo
tanto estardalhaço. Acho que é porque larguei minha mulher, atriz
famosa, para casar-me com nossa filha adotiva, que tem 35 anos a
menos que eu.

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