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Tragédia

A dor dos Flecha de Lima
A morte aos 38 anos de Paulinho, filho de Paulo Tarso e Lúcia Flecha de Lima, é o terceiro abalo em quatro anos na vida da embaixatriz mais famosa do País

Cecília Maia

Tião Mourão/Hoje em Dia;
Marcelo Sant'Anna/Estado de Minas
Lúcia Flecha de Lima (ao centro) passou quatro meses ao lado do filho (destaque) nos hospitais

Nos últimos quatro anos, a vida tem sido dura com a embaixatriz mais famosa e elegante do Brasil.

Primeiro, sofreu com o derrame de seu marido, o embaixador Paulo Tarso Flecha de Lima, em 1996. Depois perdeu sua grande amiga, a princesa Diana, em um trágico acidente de automóvel.

Segunda-feira 17, Lúcia Flecha de Lima, embaixatriz do Brasil em Roma, fechou-se na dor da perda de um filho. Aos 38 anos, Paulo Tarso Flecha de Lima Júnior, o Paulinho, morreu em Brasília, quatro meses depois de sofrer uma cirurgia de redução do estômago.

No enterro, no cemitério do Bonfim, em Belo Horizonte (MG), a embaixatriz passou todo o tempo sem dar uma palavra. Nos últimos quatro meses, não saiu do lado do filho. Primeiro, no Hospital Mater Dei, em Belo Horizonte, onde foi operado, e depois no Hospital Sarah Kubitschek, em Brasília.

Nos dois meses que Paulinho passou em UTIs, já sem movimentos, Lúcia dormiu em quartos dos hospitais. “Eu perdi meu filho querido. Perdi um grande amigo”, desabafou entre lágrimas Paulo Tarso Flecha de Lima.

O segundo dos cinco filhos do casal, Paulinho teve um acidente cerebral ao nascer, o que lhe causou dificuldades no aprendizado. Cresceu sob cuidados especiais. Mas o problema não impediu que se socializasse a ponto de se tornar o centro das atenções na família.

Sua morte, por pneumonia, foi em decorrência de complicações da cirurgia feita em 13 de junho, na capital mineira. Vítima de obesidade mórbida, pesava 160 quilos. Lúcia e Paulo Tarso não têm data para voltar a Roma. “A família está sentindo muito a perda, mas recebe conforto”, disse dom Serafim Fernandes, cardeal-arcebispo de Belo Horizonte.

Colaborou Renata Matta Machado

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