CAPA
 ÍNDICE
 Exclusivo Online
 MULTIMÍDIA
 SEÇÕES
 REPORTAGENS
 BASTIDORES
 ENTREVISTA
 URGENTE
 QUEM SOU EU?
 IMAGENS DA SEMANA
 DIVERSÃO & ARTE
 MODA
 AGITO
 ACONTECEU
 TRIBUTO
 CELEBRIDADE
 TESTEMUNHAS DO
  SECULO
 EXCLUSIVAS
 INTERNACIONAIS
 INTERNET
 CLICK
 BUSCA


Revelação

Internética, sem véu
Marina Filizola, nova atração do O Superpositivo da Bandeirantes, adora esportes, não pinta unhas, só teve dois namorados e conta que já foi traída

Rodrigo Cardoso

Claudio Gatti
Modelo da Elite, Marina ganha R$ 4,5 mil em cada trabalho

Os símbolos sexuais criados pela Rede Bandeirantes sempre guardaram um quê de mistério. Primeiro foi a máscara da Tiazinha, personagem encarnada por Susana Alves. Em seguida veio o véu da Feiticeira, que só recentemente deixou de cobrir o rosto da modelo Joana Prado. Agora é a vez da Internética.

Nenhum adereço, no entanto, caracteriza a mais nova atração do programa O Superpositivo, de Otaviano Costa. O grande barato da moça é não revelar detalhes sobre sua vida. “Quanto mais a gente abre, menos sossego tem”, disse a Gente Marina Filizola, 19 anos, identidade quase secreta da Internética, numa entrevista por e-mail, a primeira desde que estreou na televisão. “Muitas pessoas se expõem e isso pode até ser bom, mas não para mim.”

Marina é modelo da agência Elite desde 1998. Para exibir seus 1,74 m de altura, 85 cm de busto, 65 de cintura e 91 de quadril para as lentes de qualquer tipo de câmera ganha R$ 4,5 mil por trabalho. No mais recente, o comercial da Grandene, é socorrida numa praia pelo modelo-ator Paulo Zulu, que lhe aplica uma respiração boca-boca. “Registra aí que a Internética acha o Zulu muito bonito”, diz a moça.

No estúdio da Bandeirantes, ela vive num “aquário”, uma espécie de casa-bolha com cama, sofá e banheiro. Sempre com pouca roupa, alterna tempo no computador, com brincadeiras com um cachorro, além de ouvir música, ler e pintar. Faz tudo como se não estivesse sendo notada. Em casa, porém, o telespectador do O Superpositivo acompanha cada passo com os olhos vidrados na tela. A audiência do programa sobe dois pontos quando ela entra em cena. “A garotada está aguardando o dia em que ela irá tomar banho”, diz o apresentador Otaviano Costa. “No futuro, quem sabe, ela poderá receber visitas”, entrega o diretor Cacá Marcondes.

A Marina de pele e osso, segundo uma amiga, cursava Artes Plásticas na Faculdade de Belas Artes, em São Paulo. Trancou a matrícula no início do ano por falta de tempo. Mora com a família numa casa grande e confortável no Jardim Paulistano, bairro de classe média alta. É aficionada por esportes. Bookers de sua agência contam que era comum encontrá-la numa aula de natação quando a procuravam para um casting (seleção de modelos).

Marina disfarça a vaidade. “Não pinto as unhas, nem vou ao cabeleireiro”, avisa. E diz curtir o discreto assédio. “Sempre fui notada”, garante. “Não passo em branco, mas ninguém chega junto.” Com apenas dois namorados no currículo, já sofreu com a infidelidade. “Você conhece alguém que nunca tenha sido traído?”, pergunta. “Chorei muito. O primeiro chifre a gente nunca esquece.”

“Me chamavam de menino”

Quando criança, achava-se feia?
Muito feia. Magrela, com pernas de pernilongo, cabelo curto. Me chamavam de menino. Eu era moleque mesmo.

Hoje, sente-se um símbolo sexual?
Me acho diferente, exótica, mas sensual, não. Não sei se meu corpo é feio ou bonito. Mas foi o que ganhei, é só meu e gosto dele.

Está namorando?
Não. Tem uma vítima que está me interessando, mas ainda estamos nos olhares.

Sexo é fundamental para você?
Faz parte, é claro. Complementa a vida.

Já se embebedou?
Cheguei perto, fiquei meio alegrinha, mas parei a tempo. Tem que ter controle nessas coisas, né?

Já experimentou drogas?
Se as pessoas nascessem com uma bula que informasse a possibilidade de se ficar dependente de alguma droga, a gente podia dizer para todo mundo fora da área de risco experimentar. Acontece que, na vida real, ninguém sabe, antes de tentar, se tem propensão a ficar viciado. Então, a melhor maneira de não se viciar é não experimentar de jeito nenhum. Droga é a coisa mais careta que tem.

Qual sonho de consumo?
Morar num sítio, com um amor, os meus cachorros e as minhas galinhas. Não necessariamente nesta ordem.

 

Leia Também

Renée de Vielmond:
Em busca do
tempo perdido

Da cadeia
para a fama

Orgulho
da mamãe

Gallo
pagou o pato

O gago mais
famoso do Rio

Internética,
sem véu

Um salto
para a fama

No banheiro com
Monique Evans

O camaleão da
música popular

Pepê e Neném:
Uma história
de cinema

Horóscopo

ENQUETE
Qual das musas você prefere?
Feiticeira
Tiazinha
Internética
FÓRUM
O que um artista deve fazer para conduzir a carreira e não se distanciar da "normalidade"?

EDIÇÕES
ANTERIORES

ESPECIAIS
MULTIMÍDIA
BATE PAPO
ASSINATURAS
EXPEDIENTE
PUBLICIDADE
FALE
CONOSCO
ASSINE A
NEWSLETTER

| ISTOÉ ONLINE | ISTOÉ | DINHEIRO | PLANETA |ÁGUA NA BOCA |
EDIÇÕES ANTERIORES | ESPECIAIS |
| ASSINE A NEWSLETTER | ASSINATURAS | EXPEDIENTE | FALE CONOSCO | PUBLICIDADE |
© Copyright 1996/2000 Editora Três