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Rock

Sailing to Philadelphia
Marc Knopfler decepciona em primeiro álbum após quatro anos

Gustavo Maia

Divulgação

Os fãs saudosistas do Dire Straits amargam há nove anos a ausência de um novo disco. A banda, que surgiu no final dos anos setenta e ganhou notoriedade com o clássico álbum Brothers in Arms – que vendeu 85 milhões de cópias no mundo todo –, não entra num estúdio desde 1991, quando gravaram On Every Street.

Nesse período, a espera foi recompensada apenas uma vez. Em 1996, o líder e alma do Dire Straits, Mark Knopfler, relembrou os riffs rasgados de “Sultans of Swing” e “Money for Nothing”, em seu primeiro trabalho em carreira solo, Golden Heart. Nesse disco, Knopfler saciou a saudade dos adeptos do rock clássico oferecendo canções com as mesmas influências do blues e do country, que marcaram a passagem do Dire Straits pelo cenário musical.

Sem esperança de rever a banda sobre o palco novamente, há quatro anos os fãs aguardavam ansiosamente o segundo trabalho solo de Knopfler. Ele chegou. Contrariando as expectativas, Sailing to Philadelphia, tem pouco da energia dos Straits ou de Golden Heart. Os riffs marcantes, que Knopfler tirava da guitarra sem usar palhetas, foram trocados pelo excesso de baladas folk, que aproximam-se mais do country do que de qualquer outro estilo. Ressalva feita à primeira faixa do álbum. “What it is” abre o CD e deixa um gosto de quero mais. Mas o rock perde espaço no resto do disco. Em meio ao marasmo rítmico, destaque para “Sailing to Philadelphia”, na qual Knopfler faz um dueto com James Taylor, e “The Last Laugh”, que tem Van Morisson nos vocais. Espera em vão

 

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