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Leia trecho do livro César
Ediouro

Romance histórico

César
A vida do imperador romano contada por Brutus, seu assassino

Francisco Viana

César e Brutus. Dois homens ligados pela confiança e admiração. Um, Júlio Caio César, Pontífice Máximo do Império Romano, três vezes eleito cônsul e confirmado Ditador Perpétuo de Roma, o que equivale a dizer que foi o senhor do mundo. O outro, Decimus Junius Brutus Albinus, protagonista central do assassinato de César, um dos episódios mais célebres do mundo antigo. Narrador desse novo romance histórico de Allan Massie, Brutus revela um surpreedente espírito iconoclasta. Suas angústias são autênticas metáforas da política da nossa época, mergulhada no eterno conflito entre a democracia e a liberdade, a afirmação dos valores da cidadania e a tirania.

A narrativa de César – Os Senhores de Roma (Ediouro, 304 págs., R$ 26,90) tem ao mesmo tempo atualidade e sabor de uma época mitológica. Em comum, César e Brutus colocavam a honra – matéria escassa nos dias atuais – acima do poder. O primeiro a considerava acima de tudo. Brutus, acossado pela ira dos romanos após a morte de César, disse com o punhal sujo de sangue: “Não importa como um homem acaba. O importante é como ele viveu. E eu vivi com honradez”.

De um personagem a outro — de Homero a Platão, de Cleópatra a Marco Antônio, dos discursos em torno da coragem e da lealdade às intrigas e traições —, Allan Massic é sempre pleno em detalhadas reflexões políticas e filosóficas. Como se utilizasse uma câmara paciente e sutil, ele vai trazendo à luz imagens deliciosamente humanas dos seus personagens, em especial César — que se autodefinia como um Deus, mas tinha extrema dificuldade com as mulheres, costumava beber vinho excessivamente, tinha momentos de aguda depressão, temia os magos e considerava perigoso todo homem que não lesse poesia.

No final, Massie parece sugerir que a originalidade do seu livro está na forma como renova a universalidade de César, orquestrando no plural as fraquezas e virtudes dos seus inimigos e seguidores. Exatamente como diz Gore Vidal: “Uma obra-prima do romance histórico”. César revisto

 

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