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Comédia

Assista ao trailer do filme

Eu, Eu Mesmo & Irene
Irmãos Farrelly acionam metralhadora giratória sem muita convicção

Alessandro Giannini

Fotos: Divulgação
Jim Carrey e suas caretas: novamente a serviço dos irmãos Farrelly

Incorreção política é a marca registrada dos irmãos Bobby e Peter Farrelly, roteiristas e diretores americanos responsáveis por algumas comédias de sucesso comercial, como Débi & Lóide (1994), e de crítica, caso de Quem Vai Ficar com Mary? (1998). Com o inédito Eu, Eu Mesmo & Irene, que chega aos cinemas de todo o País na quinta feira 12, os Farrelly voltam a abalar a etiqueta e os bons costumes.

Da certeira alça de mira da dupla não escapa ninguém, de anões a vacas leiteiras. A nota dissonante fica por conta de um certo comedimento na acidez e na irreverência, algo estranho para quem nunca teve costume de fazer concessões.

Jim Carrey, que estrelou Débi & Lóide ao lado de Jeff Daniels, volta a trabalhar sob a direção dos Farrelly. Carrey protagoniza o filme no papel de um policial esquizofrênico, dividido entre a personalidade de um capacho humano e um grosseirão violento – veículo perfeito para a incrível gama de caretas do ator.

Depois de ser abandonado pela mulher, que o troca por um anão negro e judeu, Charlie passa a absorver todo o tipo de agressão que lhe é feita, tornando-se uma espécie de saco de pancadas da cidade. Sua sorte muda com a chegada de Irene (Renée Zellweger), que é presa ao tentar passar por uma blitz na cidade. Encarregado de reconduzi-la a Nova York, onde é procurada pelo FBI, acaba se apaixonando e liberando o seu lado mais sombrio. Aflora, então, o arrogante e agressivo Hank, capaz de qualquer tipo de violência.

Praticamente os quatro filmes de Bobby e Peter Farrelly concentram parte da trama na resolução de um triângulo amoroso. Essa era uma característica das antigas screwball comedies (comédias malucas), muito mais sutis e leves do que os trabalhos corrosivos da dupla. No caso de Eu, Eu Mesmo & Irene, o triângulo tem como função colocar uma mediação (Irene) entre a completa nulidade (Charlie) e o exagero (Hank). Ou seja, buscar o bom senso.

Para quem costumava não deixar pedra sob pedra, trata-se de uma acomodação e tanto. Em tempo: não saia da sala antes do final dos letreiros. Os diretores fazem uma homenagem aos extras, mostrando quem são eles em fotos de cena. Não se faz mais humor negro como antigamente

 

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