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Música

A batuta polivalente
Silvio Barbato, da orquestra do Municipal do Rio e da Sinfônica de Brasília, já brigou com o público numa apresentação, é surfista e cozinheiro

André Barreto

Felipe Barra
Silvio Barbato: “Sou assanhado, não me responsabilizo por mim”

O maestro Silvio Barbato, 41 anos, autor da trilha sonora do filme Villa-Lobos, de Zelito Viana, leva uma vida inusitada. Além de ser o comandante de duas das principais orquestras brasileiras, a do Teatro Municipal do Rio de Janeiro e a Sinfônica de Brasília, fato que o obriga a viver na ponte aérea, ele é conhecido pelo pavio curto.

Recentemente, durante uma apresentação, pegou o microfone para enfrentar a vaia do público, irritado com a demora. “Trata-se de uma vaia?”, perguntou, ironicamente.

O sangue de origem italiana logo subiu à cabeça. “Me lembrei do João Gilberto e lancei: vaia de petista não vale!” Tido como um rorizista, grupo que apóia o governador Joaquim Roriz, Barbato confessa que tenta ser mais moderado. Mas admite que não pode ser infiel ao chefe.

Quando está no Rio, Barbato troca a batuta pela bandeira do Flamengo e vai com freqüência ao Maracanã. “Falo tanto palavrão que fico com vergonha”, confessa o maestro que ainda é fera na cozinha. Nas folgas, transforma-se em surfista, ao lado do filho Daniel, 14.

Doutor em filosofia da música pela Universidade de Chicago, ele é o terceiro regente da sinfônica carioca neste século, e foi o mais jovem músico a comandar uma ópera completa no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Tinha apenas 25 anos quando regeu Tosca, de Puccini. “Na época, me chamavam de maestro menudo por causa da pouca idade”, lembra.

Separado de Paula Prates, 37, com quem teve dois filhos, Daniel e Elisa, 16, Barbato vive em Brasília, onde é considerado um dos solteiros mais cobiçados da cidade. Namora a psicóloga Luiza Franciscone, 24, mas avisa que trata-se de um namoro adolescente. “Sou assanhado, não me responsabilizo por mim”, dispara.

 

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