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Carreira

O doutor está na novela
Henri Pagnoncellis divide a atuação em Laços de Família com o trabalho de médico acupunturista em clínica carioca

Viviane Rosalem

Leandro Pimentel
O acupunturista Henri Pagnoncellis: "A profissão de ator veio por acaso"

Na tevê, ele é Orlando, um empresário obcecado por uma garota de programa em Laços de Família. No teatro, ele é Arruda, um poderoso banqueiro, na peça Bodas de Papel. Na clínica Dicorp, no Jardim Botânico, ele deixa os dois personagens de lado para encarnar na vida real o Dr. Henrique, médico acupunturista. Há mais de 20 anos, o carioca Henri Pagnoncellis, 47 anos, acumula as profissões de ator e médico.

Formado desde 1976 pela Faculdade de Medicina de Petrópolis, ele já não vive mais na agitação dos tempos em que era clínico geral e saía de um plantão para o teatro ou vice-versa. “Cansei de cochilar ao volante”, lembra. Há quatro anos, quando se especializou em acupuntura e medicina estética, sua rotina tornou-se mais tranqüila. “Decoro os textos de madrugada ou nos intervalos das consultas”, diz.

Leandro Pimentel
“Elas acham que estão participando de uma pegadinha do Faustão”

A profissão de ator veio por acaso. Quando estava no segundo ano do curso de medicina, foi convidado por amigos para integrar o grupo de teatro da faculdade. Desde então, vive dividido entre os dois ofícios. A sobrecarga de trabalho não incomoda o ator, casado há 16 anos com a roteirista Teresa Frota e pai de João Pedro, 11 anos.

Além de trabalhar na Dicorp e em seu próprio consultório, em Ipanema, ele acaba dando consultas informais nos camarins. “As atrizes me perguntam muito sobre medicina ortomolecular e dietas”, conta.

Suas consultas na Dicorp costumam ser concorridas. A supervisora da clínica, Flávia Cruz, diz que as pacientes preferem esperar por Henrique a serem atendidas pelos outros médicos. “No início, elas acham que estão participando de uma pegadinha do Faustão”, conta. Henri diz que já se acostumou com a surpresa dos pacientes em vê-lo de branco. “Eles me respeitam, mas não deixam de fazer brincadeiras ou comentários sobre o meu personagem na tevê”, conta. “Ninguém espera encontrar um doutor que é ator de tevê”, diz.

 

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