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Bossa
nova
Bossa
Evergreen
Roberto
Menescal grava versões instrumentais de clássicos do gênero
Guga
Stroeter
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| Menescal:
simples e sofisticado |
Poucas
coisas conseguem ser ao mesmo tempo simples e sofisticadas. Esta
equação, no entanto, é a essência da bossa nova que, misturando
a genial síntese rítmica do samba com as harmonias do jazz, migrou
dos amplos apartamentos da zona sul carioca para o mundo. Durante
décadas, a bossa nova foi a aventura musical brasileira mais bem
sucedida internacionalmente e um dos seus principais artífices é
o violonista e compositor Roberto Menescal.
O autor
de melodias perenes como “O Barquinho” e “Você” está lançando o
CD Bossa Evergreen, contendo 14 clássicos consagrados do
gênero, em versão instrumental. Neste álbum imperam a tranqüilidade
e a descontração, pois Menescal interpreta um repertório que ele
e todos nós conhecemos com intimidade. Lá estão, por exemplo, “Insensatez”,
“Garota de Ipanema”, “Wave”, “Corcovado” e “Minha Namorada”. O diferencial
está na opção pela instrumentação.
Menescal
gravou as canções com um competente quarteto acústico composto por
piano, baixo, bateria e violão e sobre essa base usa a guitarra
elétrica em improvisações econômicas e precisas. Menescal é um excelente
instrumentista e, mais do que isso, é um músico inteligente que
nos conduz à atmosfera sem estresse da bossa nova. Se o ouvinte
procura ousadia, não encontrará aqui este condimento. Mas para quem
percebe a imortalidade e a transcendência da bossa nova, esse é
um lançamento que transborda credibilidade, competência e alto astral.
Sem
estresse
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