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Leia um trecho do livro O Homem que Matou o Escritor

Contos

O Homem que Matou o Escritor
Sérgio Rodrigues acerta o alvo em livro de estréia

Lilian Amarante

Reprodução

O Homem que Matou o Escritor (Objetiva, 128 págs., R$ 18,50) é um livro afiado, e não só pela linguagem cortante. Nos contos de estréia do jovem escritor e jornalista mineiro Sérgio Rodrigues, ninguém escapa ileso. Nem os personagens nem os escritores que, em ficção, participam de um implacável ritual de desmistificação.

A metralhadora giratória de Sérgio dispara sem dó nem piedade e, quase sempre, acerta com precisão a crueza de cada um. Alternando sarcasmo, crueldade, trama policial e comédia, Sérgio Rodrigues constrói cinco histórias, ou melhor, cinco universos absolutamente peculiares. Com exceção de “O Retiro dos Macacos Artistas”, em que narra as desventuras de um jovem brasileiro em Miami contratado para cuidar de macacos neuróticos (!), todos têm como personagem principal alguém que se debruça sobre um computador para escrever. No primeiro deles, “Argumento de Caim”, o escritor se chama Beto, é abandonado pela mulher em meio a uma mononucleose e vive uma situação surreal com a empregada Guta. Tudo isso enquanto se entope de remédios e inferniza o editor com textos furiosos.

A seguir, surge a história congestionada e estranha de Ana, uma jovem cheia de conflitos que tem como hábitos registrar seus pensamentos no computador e riscar o corpo com caneta bic. Nesse ponto, O Homem que Matou o Escritor alcança ritmo vertiginoso. O título do livro dá nome ao último conto. Nele, um escritor se apossa do texto registrado em móveis e paredes do apartamento vizinho, depois que seu proprietário morre de forma misteriosa.

Para a editora, O Homem que Matou o Escritor é uma ficção letal, como vem escrito na capa. Para o leitor, uma irresistível sucessão de histórias, em que o exercício de linguagem dá ainda mais força à narrativa. Tem cheiro de século 21.

Divertido e moderno

 

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