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por
Cesar Taylor
Stênio
Garcia
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Prensa
Três
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Stênio Garcia, em 1963, fazendo o musical Onde Canta o
Sabiá com direção de Ziembinski, e hoje, aos 68 anos, com
os cabelos ruivos para o seriado infantil As Aventuras de
Capitão Sardinha: “Cheguei a varrer o chão e servir cafezinho
na coxia”
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O figurino
dândi marcou a estréia de Stênio Garcia no musical Onde Canta
o Sabiá. Ele já havia feito algumas peças, mas foi nessa, em 1964,
em São Paulo, que o ator soltou a voz. Ele integrava a companhia
de Cacilda Becker na qual, quatro anos antes, havia começado um
estágio. “Cheguei a varrer o chão e servir cafezinho na coxia”,
diz. “Não me lembro mais o nome desse personagem”, diz ele, recordando
porém, o quanto gostou de atuar sob a direção de Ziembinski, e ao
lado de Lilian Lemmertz. Nesta mesma década, Stênio estreou na tevê.
Era o Dom José, da novela As Minas de Prata na extinta TV Excelsior.
Hoje aos 68 anos, ele acaba de gravar 30 episódios do seriado infantil
As Aventuras de Capitão Sardinha, previsto para estrear em agosto
na Rede Globo. “O programa foi inspirado no livro Dom Quixote e
trata de temas ecológicos”, adianta. No cinema, vive Zezinho em
Eu Tu Eles.
Além
disso, estuda cinco roteiros de filmes, três peças e negocia sua
participação na minissérie Os Maias, também na Globo, emissora em
que está há 28 anos.
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