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Rosane Collor de corpo e alma
Mais magra e elegante, ex-primeira-dama quer ficar grávida este ano, contar em livro seu romance com Fernando Collor e disputar um mandato político

Carlos Henrique Ramos

Piti Reali

Em Maceió, Rosane se envolveu na gestão da Organização Arnon de Mello, o conglomerado de comunicação que tem seu marido como principal acionista. São 650 empregados espalhados no jornal Gazeta de Alagoas, uma emissora de televisão que retransmite o sinal da Rede Globo, além de rádios AM e FM, gráfica e um instituto de pesquisa. Em agosto de 1999, o grupo amargava um déficit estimado de R$ 17 milhões, valor que corresponde a quatro meses de faturamento bruto. Durante 10 dias, ela comandou a devassa pessoalmente. Nesse período, varava a madrugada. Depois de aprofundar-se nos problemas, espantou-se com funcionários fantasmas, salários atrasados, mordomias e uma série de irregularidades. A investigação terminou com a demissão de 30 diretores e do então superintendente Euclides de Mello, primo do ex-presidente. Em seu lugar entrou o primo de Rosane, Vitório Malta. Sob nova chefia, desde novembro de 1999, ela garante que a Organização Arnon de Mello recuperou a saúde. “Além de boa dona-de-casa, fiquei feliz ao conhecer uma administradora eficaz”, diz Collor.

CORTE NOS GASTOS O diploma de administradora de empresas, enfim, saiu da gaveta. Antes de sanear as empresas, a ex-primeira-dama afirma que moralizou a contabilidade doméstica. Com quatro casas distintas para gerenciar, ela apertou os cintos. Da residência em Miami, garante que cortou metade dos gastos. Em Maceió, demitiu os seguranças e retirou os telefones celulares dos motoristas. Na Casa da Dinda, em Brasília, a intervenção foi mais violenta. Dos 22 funcionários, sobraram seis. Dos 23 cachorros que lá viviam, restaram quatro. Atualmente o controle é efetuado por telefone. Quinzenalmente, a diretoria da Organização Arnon de Mello desembarca em São Paulo para prestar contas, apesar de Rosane não ter um cargo executivo ou consultivo nas empresas. “Administro o nosso patrimônio com rédeas curtas.”

No mundo dos negócios, Rosane agitou um bocado. As faces de mãe e de política ainda estão por vir. Mas ela não vai sossegar. Ela tem na manga outra faceta: quer lançar um romance sobre sua vida ao lado de Fernando Collor. Pretende narrar como o então prefeito de Maceió tentou conquistar a canapiense num baile de 15 anos, em Mata Grande. “Será a história de quem nasceu um para o outro.” Se a obra seguir a trilha de Rosane em São Paulo, será sucesso para alguns, polêmica certa para outros. Mas dificilmente passará despercebida.

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