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Teatro

Vange abraça a causa gay
Cantora que fez sucesso com “Noite Preta” escreve peça sobre lésbicas e sonha com novo CD

Ramiro Zwetsch

Divulgação

Entre as mais de 100 mil pessoas que se reuniram no domingo 25, na Avenida Paulista em São Paulo, na Parada do Orgulho Gay, estava a cantora Vange Leonel, 37 anos. Mas sua contribuição na luta contra o preconceito não se restringe às passeatas. Na mesma semana ela viu estrear, em São Paulo, a peça As Sereias da Rive Gauche, de sua autoria. “A intenção é mostrar que existem mais pontos comuns do que diferenças entre as relações homossexuais e heterossexuais”, explica Vange. “As tensões de qualquer relacionamento são as mesmas.”

Dirigida por Regina Galdino, As Sereias... é uma leitura divertida e neutra das relações amorosas de sete mulheres homossexuais que viveram em Paris, na década de 20. “Gostaria que a peça encorajasse as pessoas que têm vergonha de sair do armário”, diz Vange. Foi o que ela fez em 1992, quando assumiu, numa revista, sua homossexualidade. “Meus vizinhos e pessoas na rua me cumprimentaram pela coragem”, lembra.

Mesmo envolvida de corpo e alma na primeira experiência teatral, a cantora prepara repertório para um novo CD. “Quero revelar meu lado de intérprete, já que nos meus outros discos as composições eram todas minhas.” Do passado, Vange guarda um único, porém grande, sucesso: “Noite Preta”, tema de abertura da novela Vamp, da Rede Globo, em 1991. Paulistana, ela mora com a jornalista Cilmara Bedaque em um apartamento da Vila Madalena, bairro onde, na década de 80, fez suas primeiras apresentações, ao lado do titã Nando Reis e do cineasta Cao Hamburger, à época um simples guitarrista.

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