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Auditório

Surpresa e 1/2
Novo game show da band escorrega na previsibilidade

Ramiro Zwetsch

Eloy Nunes: faltou jogo de cintura

Eloy Nunes e Silvia Franchezqui estrearam como apresentadores do Surpresa e 1/2 (Bandeirantes, às sextas, 22hs), no dia 23, em condições ingratas. Falhas técnicas de áudio, mau gosto na escolha do cenário e figurino dos apresentadores assustaram o telespectador logo no primeiro bloco.

Sem intimidade com as câmeras, Eloy e Silvia não mostraram desenvoltura para levantar a bola do programa em suas duas intermináveis horas – o que de fato não é fácil para uma estréia ao vivo.

Mas o que mais comprometeu Surpresa e 1/2 foi o conteúdo. O nome do programa se justifica pelo “quadro do sonho”, que se propõe a surpreender um espectador escolhido a partir de cartas enviadas à produção do programa – que aliás, recebe uma média de mil por dia. Na estréia, o sortudo era Joélson, que sonhava em pular de pára-quedas. O problema é que o espectador fica sabendo do desejo logo no primeiro bloco e a realização do sonho acontece depois de uma hora. O que era para ser surpresa, portanto, tornou-se uma tremenda chatice para o telespectador.

A única graça foi a participação do grupo circense Acrobáticos Fratelli no quadro “Comando Surpresa”. O divertido trio apareceu em pequenos esquetes surpreendendo passageiros de ônibus ou operários da construção civil, quebrando a chatice da rotina do povo – e do programa.

1/2 boca

 

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