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Ping-Pong

Pedro Mariano

Ramiro Zwetsch

fotos: Divulgação
O cantor Pedro Mariano aposta na volta do soul brasileiro

O disco busca retomar o soul brasileiro?
Eu gosto muito do soul brasileiro porque trabalha com células do samba que o tornam diferente do soul do resto do mundo. É uma vertente muito rica da música, que foi esquecida. Mas eu não gosto de rótulo, quanto menos rotulável for meu trabalho, melhor.

Como você diferencia o seu disco, dos álbuns de Wilson Simoninha e Max de Castro, que também integram o grupo Artistas Reunidos?
Por serem três pessoas são três trabalhos diferentes, senão a gente estaria brigando por um mesmo espaço. Eu me sinto mais próximo do Simoninha, que é cantor como eu, enquanto o Max é mais produtor. Além disso, eles optaram por arranjos eletrônicos, ao contrário de mim. Mas a gente corre, cada um do seu jeito, na mesma direção.

O disco é da gravadora do seu irmão, João Marcelo Bôscoli, e foi produzido por seu pai, César Camargo Mariano. Este ambiente familiar ajuda?
Não só contribui, como foi o principal motivo pelo qual optei em sair de uma multinacional (Sony) para gravar pela Trama. Aqui o artista é contratado pelo que faz e não pelo que a gravadora quer. Pode até parecer que é uma “panelinha”, mas somos pessoas que lutaram muito sempre.

A MPB está retomando o samba funk?
Eu torço para que sim. O momento é propício, só não sei se o mercado está disponível em investir em algo mais rebuscado.

Leia matéria sobre o CD

 

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