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por Rosângela Honor

José Mayer

Reprodução/AE
José Mayer, em 1975, no filme Enigma para Demônios, sua primeira participação no cinema

O ano era 1975 e o mineiro José Mayer atuava como ator e produtor de seus espetáculos em Belo Horizonte. Naquela época,
o jovem de 25 anos arriscava suas primeiras incursões em palcos cariocas quando foi observado atentamente pelo diretor argentino Carlos Hugo Christensen. “Ele era um olheiro”, recorda. No ano seguinte, José Mayer fazia sua estréia no cinema, sob a direção de Christensen, no longa-metragem Enigma para Demônios. O filme, baseado no conto de Carlos Drummond de Andrade Flor, Telefone, Moça, mostrava o ator no papel de um médico do interior e foi rodado na cidade histórica de Ouro Preto. “Ele gostou tanto que logo depois fiz outro filme dele, A Mulher do Desejo”, conta.

Passados 25 anos, José Mayer, 50, é um dos atores mais respeitados do teatro, da televisão e do cinema brasileiros. Coincidentemente, ele vive nos palcos outro médico, desta vez na peça Mais Perto, na qual divide a cena com Renata Sorrah, no Teatro Cultura Artística, em São Paulo. Interpreta um dermatologista renomado. “É um macho pragmático
em relação à vida e à felicidade”, diz Mayer. Além disso, interpreta Pedro,
um homem rústico e apaixonado por cavalos, na novela Laços de Família.



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