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por Cesar Taylor

Nathália Timberg

Reprodução/AE
A atriz Nathália Timberg interpretando a morte na peça A Dama da Madrugada, em 1948, aos 18 anos, e hoje, de volta à tevê na novela Marcas da Paixão: escolha entre medicina e teatro

Medicina ou teatro? O dilema de Nathália Timberg foi resolvido por um golpe do destino, que ficou registrado na fotografia de 1948. “Eu interpretei Pelegrina, que simbolizava a morte, na peça A Dama da Madrugada, e acabei ganhando um prêmio do governo francês”, conta. Tinha 21 anos e, com a bolsa, foi a Paris estudar interpretação, entre 1951 e 1954. Na volta ao Brasil, optou de vez pelo teatro. “Foi a peça que mais me marcou, porque definiu o rumo da minha vida”, diz.

Hoje aos 70 anos, ela está há 46 no palco. “Sou a soma do que vivi como pessoa e como atriz”, declara. Apesar de estar ligada ao teatro desde o começo da carreira, Nathália jamais recusou atuar em outros meios. Foi assim com a televisão, na qual estreou em 1956, fazendo O Grande Teatro. Mas o auge de seu sucesso viria em 1964, com a estrondosa popularidade da novela O Direito de Nascer, na TV Tupi.

Em 1991, 27 anos mais tarde, ela interpretou a maléfica Constância Eugênia, em O Dono do Mundo, que entrou para a galeria de grandes vilãs de folhetim. Depois de mais de 50 peças, cinco filmes, dezenas de novelas e seriados, ela está de volta à televisão. Desta vez como a avó Marrita, da novela Marcas da Paixão, da Rede Record, que ficará no ar até setembro.

 

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