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Romeu Tem que Morrer
Vilão chinês de Máquina Mortífera 4 estrela fita de ação

Neusa Barbosa

Divulgação
Jet Li: olhar frio e corpo ágil como um gato

Já era hora de Jackie Chan ter concorrência. E ela chegou na forma de um outro chinês de Hong Kong, ágil como um gato, de olhar frio como lâmina e com a mesma energia de Chan – o nome é Jet Li, o vilão que deu uma surra em Mel Gibson em Máquina Mortífera 4.

Além desta façanha, Li, de 37 anos, teve a seu favor a fábrica de sucessos do produtor Joel Silver (de Máquina Mortífera e Matrix), que bancou o novato como protagonista logo no seu segundo filme americano, Romeu Tem que Morrer, estréia desta sexta-feira 2. A direção ficou por conta de outro membro do clã Máquina Mortífera, o diretor de fotografia Andrzej Bartkowiak, estreante na função.

Trata-se de uma exótica mistura das fitas de lutas orientais, dos filmes de ação negros -- o que banha a trilha de bons raps – e um vago perfume de Shakespeare. O toque do bardo entra no quase namoro entre Han Sing (Li), filho do chefe da máfia chinesa que quer vingar a morte do irmão, e Trish O’Day (a cantora Aaliyah), herdeira da máfia negra que manda na outra metade do cais de Oakland, Califórnia. Shakespeare, em todo caso, é mais marketing do que outra coisa nesta elétrica guerra entre gangues. Quem procura uma história de amor não tem nada a ver aqui. Romances “interétnicos”, ao que parece, continuam mais proibidos em Hollywood do que a paixão de Romeu e Julieta.

Lutas marciais em ritmo de rap

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