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Brasil no Guggenheim

Silvana Garzaro
Thomas Krens

Com um patrocínio de US$ 8,5 milhões da Associação Brasil 500 Anos (o mesmo custo da 25ª Bienal Internacional de São Paulo – que teve sua data alterada à revelia da opinião do curador Ivo Mesquita e de conselheiros da Fundação Bienal), a Fundação Guggenheim prepara a mostra Brasil: Corpo e Alma. A seleção de 250 peças estará em setembro de 2001 em Nova York e em abril de 2002 em Bilbao, na Espanha. Foi o que contou Thomas Krens, diretor da Fundação Guggenheim, em entrevista coletiva em São Paulo.

É comum os patrocínios partirem dos países que cedem as peças?
Não, mas normalmente o tempo para preparação de um programa é de 5 anos e para a exposição do Brasil, temos 2 anos. Portanto, precisamos da colaboração especial do Brasil. O site e a transmissão via tevê a cabo serão custeados pelo museu.

A Fundação irá disponibilizar seu acervo para exposições no Brasil?
Brasil e a América do Sul representam grande fonte de conteúdo e de público. Estamos aumentando o contato e as possibilidades de intercâmbio.

Conhece a cultura brasileira?
Já tentei organizar uma mostra sobre Hélio Oiticica. Fiquei impressionado com o caráter inovador de seu trabalho. Fora isso, conheço muito pouco. Essa mostra é a oportunidade para investigar mais. Também não sabia quase nada sobre cultura chinesa antes da exposição dos 5 mil anos da China no Guggenheim.

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