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Silvana Garzaro
 
 

Atual tricampeão da Copa do Mundo de Hipismo, o brasileiro Rodrigo Pessoa era todo sorriso na segunda-feira 15. Foi um raro momento de folga em suas competições internacionais, quando ele disputou uma corrida de kart contra amigos no kartódromo Ayrton Senna, em São Paulo. Apesar de sair bem na frente, com uma forcinha dos mecânicos, só não chegou em último lugar porque ganhou uma canja do ex-campeão mundial da categoria, Gastão Fráguas e do piloto de Fórmula Indy Marco Antonio Greco. Nos bastidores, no entanto, Rodrigo vivia uma situação delicada que pode comprometer o desempenho brasileiro no hipismo, tanto por equipes quanto individual.

Aos 31 anos, Rodrigo disputará sua primeira medalha olímpica, em Sidney. “Minha maior preocupação é a medalha individual, é só o que falta no meu currículo”, afirma. No seu caminho, no entanto, está seu próprio pai e treinador, o cavaleiro Nelson Pessoa. Aos 64 anos, “Neco”, como é conhecido pelos amigos, cria cavalos de competição na Bélgica e pode estar participando de sua última olimpíada. A indefinição para ambos é que o principal cavalo da família, o Baloubet du Rouet, de nove anos e considerado hoje o melhor do mundo, terá que competir com um ou com outro. “A prioridade é toda do meu pai, ele é que definirá se compete e com que cavalo, depois definiremos o resto”, garante Rodrigo. O pai afirma o contrário. “Vou competir, mas a prioridade é do meu filho, ele é que ficará com a força máxima”, diz. Depois dos próximos três torneios, todos na Europa, a comissão técnica brasileira definirá se Nelson competirá com o segundo cavalo da família, Lianos, ou se mesmo esta montaria ficará com outro cavaleiro.

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