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Zé Ramalho

Gabriela Mellão

Divulgação
Ramalho: “Música nordestina hoje é show business”

Por que a abordagem social e política nas letras?
Fui motivado pelos noticiários dos últimos dois anos e pela corrupção.

Por que um repertório com músicas de diferentes épocas?
Para fazer um mapa sócio-político.
Dou uma panorâmica do Brasil, de Getúlio Vargas para cá, através de várias gerações de autores do Nordeste.

Qual seria o tema de uma música sobre Fernando Henrique?
A falta de comunicação com os estudantes e o povão.

Como vê hoje a música nordestina?
Passou a ser uma forma rentável de comercialização. É show business e só tem estética visual.

A participação de Ivete Sangalo não vai contra seu discurso de resgatar a essência da música nordestina?
A intenção é diversificar e a Ivete é tão nordestina quanto qualquer um que está no disco. Mostra a última geração das cantoras do Nordeste.

Incluir “Pra Não Dizer que Não Falei das Flores”, de Geraldo Vandré, foi uma tentativa de trazê-lo de volta à cena, depois de 30 anos?
Não, ela está atrelada a um momento histórico. Ele manifestou a intenção de gravarmos um disco juntos. Obviamente é uma pessoa imprevisível, enigmática. As pessoas acham que ele está doido, mas aquilo é uma forma de proteção.

Qual seu candidato para a próxima eleição?
Há 17 anos eu anulo meu voto. Os políticos, em sua maioria, são corruptos até que se prove o contrário.

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