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Livre para Voar
Casal na vida real protagoniza drama que não decola

Marina Person

Divulgação
Branagh: obsessão por máquina maluca

Com mais de um ano de atraso, estréia no Brasil sexta-feira 19 Livre para Voar. No elenco, Helena Bonham-Carter (Retorno a Howard’s End) que deixa o espartilho no armário e encara mais um projeto (depois de Frankenstein) com seu companheiro na vida real, Kenneth Branagh (Hamlet). Ele, por sua vez, também dá um tempo no inglês rebuscado de Shakespeare, sua especialidade. Talvez porque nesse filme o diretor seja outro, Paul Greengrass, um estreante em cinema, com experiência em fazer telefilmes para a BBC de Londres, que ainda tem muito o que aprender na telona.

Richard é um pintor frustado, deprimido e, como pena à sua obsessão por voar, é condenado a prestar 120 horas de serviço comunitário. Nessas ele encontra Jane, uma jovem de 25 anos, vítima de uma doença degenerativa que a obriga a viver numa cadeira de rodas. Enquanto Richard sonha em decolar uma máquina maluca, Jane só pensa em perder a virgindade antes de morrer. Numa espécie de Ensina-me a Viver moderno, a amizade improvável entre o par cresce, numa seqüência de cenas previsíveis e pouco emocionantes apesar do enfoque apelativo.

Vôo raso

 

 

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