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Cláudia Ohana

Por Cesar Taylor

Sipa Press
Cláudia Ohana, na Itália, posando com um gato que encontrou nas ruas de Roma, em 1982, e hoje aos 37 anos (ao lado), quando prepara um show de MPB: estréia em agosto

O ar brejeiro era tupiniquim, mas a sacada, italiana. Aos 20 anos, em 1982, a atriz Cláudia Ohana foi a Roma a convite da cineasta Lina Wertmuller. Ela estava sendo cotada para o papel da jovem Tieta no filme Miracoli e Peccati di Santa Tieta D’Agreste, ao lado de Sophia Loren. “Tudo ia bem até que a Sophia foi presa por sonegar impostos”, conta Cláudia. “A diretora teve que me esconder da imprensa, para evitar as especulações de que eu seria uma nova Sophia”, diz. Ela foi escondida também porque não poderia trabalhar na Itália antes de completar 21 anos. Para pôr mais caldo nos boatos, uma agência de notícias divulgou que Cláudia havia sido modelo e aeromoça. “Imagina, morro de medo de avião”, lembra. Apesar da idade, Cláudia não era nenhuma novata. Começou a trabalhar aos 15 anos, no filme A Pele do Bicho (1977), e teve seu grande momento em Menino do Rio (1982). Hoje aos 37 anos, a mãe de Dandara prepara um show no qual vai cantar compositores desconhecidos de MPB e tocar violão. “Talvez eu o batize de Ohana, porque Cláudia Ohana é meio cafona”, brinca. O show deve estrear em agosto.

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