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A ajuda do fuso horário

Luciano Suassuna
Diretor de Redação

Erica: uma capa na madrugada

Jornalistas costumam funcionar num fuso horário ligeiramente diferente da maioria das pessoas e isto tem uma explicação: é preciso que os fatos aconteçam para que sejam enfim retratados. No caso da editora Erica Benute, esta mudança é ainda um pouco mais acentuada e isto também tem explicação. Responsável pelos eventos da noite, Erica costuma acordar tarde porque precisa dormir tarde. Foi esta diferença de fuso horário que a deixou totalmente à vontade para produzir a capa desta edição. Graças às cinco horas que separam São Paulo de Barcelona, Erica conseguiu entrevistar a modelo Daniella Sarahyba e sua mãe, Mara, na madrugada de terça-feira 16 (em Barcelona) e encerrar o texto da reportagem na madrugada do mesmo dia (em São Paulo). E também foi esta diferença de fuso horário que obrigou o editor de fotografia Cesar Iteberê a dormir um pouco mais tarde na madrugada de terça – quando acionou um fotógrafo para o dia que começava em Barcelona – para que a revista tivesse uma imagem de Daniella na sua nova cidade. A foto chegou à redação em São Paulo às 14 horas da quarta, quando já era noite em Barcelona.

A virada pessoal e profissional de Daniella começou a ser desenhada numa reportagem publicada na semana anterior, num trabalho que levou o repórter Gustavo Maia a obter todos os telefones da família Sarahyba, os do Rio e de Barcelona. Ao longo da última semana, a repórter Viviane Rosalem procurou amigos e antigos professores de Daniella para completar o material da capa. Nesta edição, Erica ainda coordenou a apuração da história do primeiro bisneto do senador Antônio Carlos Magalhães, o que mobilizou repórteres em Salvador, São Paulo e Brasília. Com isso, sobrou para o editor-assistente Cesar Taylor escrever e fechar as seções de Imagens, Urgente, Tributo e Aconteceu – normalmente a cargo de Erica.

Na reportagem sobre os novos cineastas, a repórter Alessandra Nalio reencontrou um antigo desejo: fazer um curso de roteiro. No próximo semestre, ela se matricula num curso do cineasta Carlos Reichenbach e quer produzir um documentário. Da reportagem, Alessandra guardou um conselho da cineasta Tata Amaral, uma pessoa extremamente tranqüila. “Ela diz que é preciso esperar as oportunidades”, diz.

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