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Você
conhece bem os seus ídolos? Então descubra de quem estamos
falando. Respostas no final da coluna.
1.
O pessoal se diverte com meu português capenga e minha
profusão de besteiras nas noites de domingo. Mas no
meu caso, a arte não imita a vida. Passei no vestibular
de Ciências Sociais da USP, Psicologia na PUC de São
Paulo e Administração na Fundação Getúlio Vargas. Cheguei
a iniciar o curso de Psicologia, mas o amor pelo teatro
falou mais alto e acabei largando tudo. Amor, aliás,
que se manifestou desde criança, quando eu brincava
de teatrinho na calçada com a molecada da rua. Lembro
que eu colocava cadeiras e obrigava meus pais a assistirem
ali mesmo.
2.
Quando moleque em Phoenix, no Arizona, eu cobrava ingressos
enquanto minha irmãzinha vendia pipocas para os filmes
que eu mesmo fazia. Tinha apenas 12 anos, mas sabia
que era aquilo mesmo que eu queria fazer para o resto
de minha vida. Só não imaginava que teria o sucesso
que tive, tornando-me milionário e reconhecido como
gênio. Aquele primeiro filme foi financiado com meu
trabalho de plantador de árvores. Mas depois de sucessos
como E.T. e Parque dos Dinossauros, não me preocupo
mais com essas coisas. Filmo só o que tenho vontade.
3.
Sou um cantor de muita garra e nunca nadei na saliva
de nenhum mané, não. Como eles não quiseram lançar meu
último disco, A Vida É Doce, lancei-o de forma independente
e subi a favela de Heliópolis para divulgá-lo na rádio
pirata do pedaço. Dizem que tenho fama de mau, o que
não é verdade. Outro dia mesmo fui cantar no Domingão
do Faustão we todo mundo adorou. Não quebrei nada nem
me puseram para fora.
1.
Marisa Orth, atriz 2. Steven Spielberg, diretor de cinema
3. Lobão, cantor
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