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A atriz Sandra Bréa

Sandra Bréa
A modelo e atriz, morta aos 47 anos, ficou conhecida por suas participações nas novelas da Rede Globo

A modelo e atriz Sandra Bréa foi uma das primeiras atrizes a assumir que era soropositiva. Desde 93, quando anunciou que havia contraído o vírus, ela lutava contra o desenvolvimento da doença e colaborava com campanhas educativas. Sandra estava em casa e morreu em função de uma parada respiratória. Nasceu em 11 de maio de 1952, no Rio de Janeiro, e iniciou a carreira artística aos 13 anos como modelo fotográfico. No ano seguinte foi aconselhada por Leila Diniz a ingressar no teatro de revista. Ainda nos anos 60, Sandra faz a sua estréia no teatro com a peça Plaza Suíte. O ingresso no cinema aconteceu dois anos depois, em 1970, no filme Um Whisky Antes, um Cigarro Depois. A grande musa do cinema brasileiro dos anos 70 - atuou em Os Mansos e República dos Assassinos, entre outros - entrou para a televisão nessa mesma década. Ao lado de Miéle, apresentou Sandra e Miéle, programa musical que recebia diversos artistas e abria espaço para pequenas entrevistas. Contratada pela Globo, partiu para o trabalho em novelas. A primeira delas foi O Bem Amado, em que contracenava ao lado de Paulo Gracindo. As novelas seguintes foram Ossos do Barão e A Corrida do Ouro, em 74. Ainda nos anos 70, Sandra interpretou diferentes papéis em Escalada, O Pulo do Gato e Memórias de Amor. Na década seguinte, a atriz trabalhou em Elas por Elas, Sabor de Mel (a única teledramaturgia que fez pela TV Bandeirantes), Ti-ti-ti, Bambolê e Pacto de Sangue. Em 90, a atriz esteve no elenco de Gente Fina, e em 92 fez Felicidade, sua última participação em novela.


Cláudio Christovam de Pinho
Conhecido como “gerente”, o maior artilheiro da história do Corinthians morreu de ataque cardíaco, aos 77 anos

Osvaldo Palermo/AE
Em 1976: 295 gols

Drible curto, passe preciso, chegada rápida à linha de fundo. O baixinho Cláudio Christovam de Pinho, de apenas 1,62 metro, usou seu porte físico como arma para tornar-se o maior artilheiro da história do Sport Clube Corinthians Paulista. Durante 12 anos, entre 1945 e 1957, o capitão do time do Parque São Jorge marcou 295 gols, em mais de 500 jogos. Embora tenha se destacado no Corinthians, sempre na ponta-direita, Cláudio passou por todas as grandes equipes paulistas. No então Palestra Itália, por exemplo, foi o primeiro a marcar um gol depois que o clube trocou o nome para Sociedade Esportiva Palmeiras, em 1942. Recém-chegado de Santos, seus amigos lembram da dificuldade do jogador em se adaptar a São Paulo, devido a sua timidez. Aposentado dos campos, tornou-se treinador no “timão”, entre 1958 e 1959, quando ficou conhecido como “gerente”, devido a seu poder de comando. Ao lado de Luizinho e Baltazar, Cláudio participou do chamado “ataque centenário” na conquista do campeonato paulista de 1951. Ele morreu na segunda-feira 1º, aos 77 anos, em Santos, onde morava, de ataque cardíaco. Seu corpo foi sepultado no Cemitério Memorial, na mesma cidade, na quarta-feira 3.

Margaret Jones
Major reformada que foi a única mulher negra a lutar com o exército americano na campanha européia da II Guerra Mundial, morreu na terça-feira 11, de causa não revelada.

Neta de escravos do estado do Kentucky, ela entrou para o exército americano em uma época na qual não havia sequer mulheres, quanto mais negras, integrando os batalhões. Sua mãe era uma ativista dos direitos civis no sul dos Estados Unidos e o pai era um cozinheiro. Apesar de sua formação e disciplina, foi designada, como soldado, para lavar roupas e lavar latrinas. Depois da guerra, comandou um grupo de
treinamento na França.

Penelope Fitzgerald
E
scritora inglesa que começou a escrever aos 60 anos para vencer o Booker Prize, o prêmio literário de maior prestígio no Reino Unido, morreu na sexta-feira 28.

Dois dias antes ela havia sofrido um pequeno derrame. Entre seus trabalhos mais destacados está o último, The Blue Flowers, novela sobre um jovem artista alemão do século 18 que se apaixona por uma menina de 12 anos.
A maior parte de sua vida ela morou em uma barca atracada no rio Tâmisa. Suas histórias incorporavam elementos autobiográficos, como
a infância na catedral de Birmingham, onde o avô era bispo. A causa de sua morte não foi divulgada. Deixa três filhos.

Reuters
Merrick: seis casamentos com cinco mulheres

David Merrick
P
rodutor teatral que criou grandes musicais e peças da Broadway como Hello, Dolly! e Oliver, morreu em Londres na terça-feira 25, aos 88 anos, enquanto dormia.

Em 1983, um derrame prendeu-o a uma cadeira de rodas e prejudicou sua fala. Mesmo assim, Merrick continuou trabalhando e ganhando prêmios. Em cerca de 100 produções, ao longo de seis décadas de carreira, ele arrebatou seis Tony, o Oscar do teatro. Nascido David Margulois, Merrick graduou-se em Direito antes de tentar a vida no palco. Sua primeira produção, Clutterbuck, em 1949, foi um sonoro fracasso. Ele casou seis vezes, com cinco mulheres diferentes, sendo duas delas com a terceira mulher. Deixa sua última esposa, Natalie, e duas filhas. Seu corpo foi transportado da Inglaterra para os Estados Unidos para o enterro.

 


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