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Polícia

A nova loira da família Pitta
Victor Pitta, filho do prefeito de São Paulo, é acusado por ex-namorada de consumir cocaína e ecstasy, além de maconha

Flávio Sampaio

Piti Reali
“Ele me buscava em casa, pagava as contas e era muito legal comigo”, diz Daniella sobre Victor Pitta, seu ex-namorado

A estudante de administração Daniella Giannonni Negro, 21 anos, uma bela loira de olhos verdes e corpo esguio, saiu do anonimato para jogar mais lama na já manchada fama da família Pitta. Desta vez, o alvo foi Victor, 25, o filho mais velho de Celso Pitta, o prefeito de São Paulo, e Nicéa Camargo, a ex-primeira dama. “Ele usa cocaína, ácido e ecstasy”, acusou Daniella, referindo-se ao agora ex-namorado. O imbróglio ganhou dimensões rocambolescas depois que a garota foi ao 78º DP, na região dos Jardins, na capital paulistana, na segunda-feira 24. Lá, contou que Victor a agrediu, fumou um cigarro de maconha antes de atirar pela janela o telefone celular e a bolsa dela. O motivo da ira: ele descobriu que a moça usou o Vectra da sua mãe para curtir o feriado de Páscoa, em Maresias, litoral norte de São Paulo, na companhia de uma amiga, sem sua autorização. Na delegacia, Nicéa protegeu a cria. “Essa menina é garota de programa e o meu filho estava tentando tirá-la dessa vida”, disparou. “Essa mulher está completamente louca em dizer isso”, defendeu-se Daniella.

Daniella mora com a mãe, Yara, 56 anos, que trabalha como vendedora em uma confecção de roupas. Num apartamento de 80 metros quadrados, em Santana, zona norte de São Paulo, também vivem a avó Hilda, 72, e a tia América, 56, uma professora aposentada. É a tia quem paga a mensalidade do curso de Administração de Empresas da Unip. Mas ela não pretende seguir carreira. Chegou a trabalhar na área, mas não gostou. “Quero ser psicóloga”, avisa.

Victor e Daniella se conheceram há cerca de 10 meses, através de um amigo em comum. Ao conhecê-la, Victor interessou-se imediatamente e tentou engatar um encontro. Na primeira vez, foram ao cinema e depois jantaram. O prato pedido foi uma pizza de rúcula. Na mesma semana, novo jantar em um restaurante italiano. Entre uma garfada e outra na lasanha, aconteceu o primeiro beijo. “Ele me buscava em casa, pagava as contas e era muito legal comigo”, diz Daniella. Festejaram o Carnaval no Rio de Janeiro, onde ficaram hospedados no apartamento de Celso Pitta. “Só descobri que ele era o filho do prefeito algum tempo depois”, revela Daniella, que ganhou, durante o relacionamento, uma correntinha de ouro e um relógio Bugatti. O único presente que a estudante comprou não pôde ser entregue. Trata-se de um ovo de Páscoa, ainda intacto, dentro da lata.

 


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