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Ruy Guerra em Cannes

Lilian Amarante

Divulgação
Ruy Guerra: “Estorvo está na contracorrente”

Dois longa-metragens brasileiros participam do 53º Festival de Cinema de Cannes, que acontece de 10 a 21
de maio. Eu, Tu, Eles, de Andrucha Waddington, na mostra “Um Certo Olhar”, e Estorvo, de Ruy Guerra, na competição oficial pela Palma de Ouro. O cineasta, que fez um filme baseado em livro de Chico Buarque, conversou com Gente antes de ir para a França.

Com que sentimento está esperando o festival?
O Festival de Cannes dos últimos tempos é uma vitrine para as grandes produções. Diante disso, terem escolhido Estorvo foi uma surpresa agradável, porque ele não é uma superprodução.

Então, o que seduziu o Festival?
Acho que foi a linguagem do filme, que é uma contracorrente
do que está se fazendo hoje. Estorvo foge dos parâmetros da dramaturgia dominante, que é aquela de causa e efeito e uma construção de personagens muito previsível.

Você ficou mais de dez anos sem filmar no Brasil. Como foi essa volta?
Em 1990 eu ia fazer um filme mas o (Fernando) Collor assumiu e não
houve possibilidade. Fiquei anos fora e comecei um processo longo para
esse filme. Continua muito difícil fazer cinema no Brasil. Essa retomada de
que tantos falam já está numa fase descendente em termos de financiamentos, que só são viáveis para produções com formato
comercial óbvio.

Você já filmou na França, em Cuba e Moçambique, além do Brasil. Onde rodará seu próximo filme?
Só filmo em outros países quando não consigo filmar no Brasil. Vou sempre querer fazer filmes aqui, com atores e técnicos daqui.

Estorvo é uma co-produção Brasil-Cuba-Portugal. A alma do filme é brasileira?
Basta pensar que é um filme baseado em um texto do Chico Buarque.
Mais brasileiro impossível.

Copyright 1996/2000 Editora Três

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