A corte
 
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por Cecília Maia
 
.: O gabinete de Clodovil
O deputado abre para Gente seu espaço de trabalho, decorado como nunca se viu na Câmara
Fotos: Claudio Gatti
Detalhes da decoração Quadro de Clodovil com seus cinco cães Pug sobre o sofá forrado em seda rústica com brasão da República bordado
Quando o deputado Clodovil Hernandes (PTC-SP) disse que Brasília nunca mais seria a mesma depois dele, acredite. Clô, como é conhecido, é capaz de coisas incríveis. A começar pela decoração de seu gabinete, que ele mostrou com exclusividade à Gente. “Quis trazer luz. Essa cidade vive na escuridão”, diz. Privilegiou o branco, cor que manteve nas cortinas de voil. Um brasão da República de linho bordado em ponto cheio é o primeiro impacto de quem entra, e nas paredes, quadros de natureza morta pintados em guache revelam seu lado artístico. “Vou vendê-los para arrecadar fundos para a Fundação Casa Clô que quero abrir para ensinar modos e afazeres às meninas carentes do Brasil”, adianta. Na entrada, sobre um tapete tibetano marrom estão um sofá amarelo e um puff de couro de vaca pintado de verde. “Lembram as florestas brasileiras”, diz. Assessores trabalham em mesas com tampo de vidro diante da estante laqueada em branco. Na porta de entrada de sua sala, maior que o normal, está uma máscara chinesa esculpida em raiz de bambu que significa “Boas Vindas”. O par da máscara, que significa “Vá com Deus”, Clodovil deu à ex-senadora Heloísa Helena. Atrás de sua mesa, suspensa por uma cobra naja de cobre desenhada por ele – Clodovil a chama de “Marta” (numa referência a Marta Suplicy) –, se destaca o retrato da mãe, Isabel, pintado por ele. E na parede de fundo, Clodovil encomendou do artista baiano Osmundinho um painel em alto-relevo com galhos de árvores, periquitos, cajus e carambolas. Na porta, outra novidade: um porteiro recepciona o visitante. “Não é segurança não. As pessoas não estão acostumadas a ser bem tratadas aqui!!”, desabafa.
Fotos: Claudio Gatti Fotos: Claudio Gatti Fotos: Claudio Gatti
Retrato da mãe pintado por ele
Aparelho de chá em prata de lei Aromatizador de ambiente sobre
sua mesa
Fotos: Claudio Gatti Fotos: Claudio Gatti Fotos: Claudio Gatti
Peça de seu jogo de malas dos anos 70 forrado com estampa de onça
“Marta”, a cobra Sua mesa de vidro é suspensa por uma cobra esculpida em cobre e desenhada por ele. Clodovil a chama de “Marta”, em alusão a
Marta Suplicy
Livros de moda e literatura em vez de clássicos do Congresso
.: Magrella com mais luxo
Fotos: Ueslei Marcelino
Cleuza Ferreira, Tufi Duek e
Adriane Galisteu

Mais um templo do luxo foi inaugurado no País. Dessa vez em Brasília. Depois de 35 anos de existência, a Casa Magrella foi reaberta, no Lago Sul, com 1.500 metros quadrados de área distribuída em três andares onde, além da boutique, estão um bar, um bistrô, um café e uma champanheria. A inauguração, na terça-feira 20, agitou a cidade. Reuniu mais de mil pessoas, entre estilistas, empresários, políticos, celebridades e socialites. “A história da moda em Brasília passa pela Cleusa (Ferreira, dona da boutique) e pela Magrella”, disse o estilista Fause Haten.

 

Fotos: Ueslei Marcelino Fotos: Ueslei Marcelino Fotos: Ueslei Marcelino
Kelly Piquet
Christian Hallot, Ana Maria Giocomet
e Fause Haten
Renato Kherlakian com
a mulher Hevellyn