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O gabinete de Clodovil
O deputado abre para Gente
seu espaço de trabalho, decorado como nunca se viu na Câmara |
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| Detalhes
da decoração Quadro de Clodovil com seus cinco
cães Pug sobre o sofá forrado em seda rústica com brasão
da República bordado |
Quando o deputado Clodovil Hernandes (PTC-SP) disse que Brasília
nunca mais seria a mesma depois dele, acredite. Clô, como
é conhecido, é capaz de coisas incríveis.
A começar pela decoração de seu gabinete,
que ele mostrou com exclusividade à Gente. “Quis
trazer luz. Essa cidade vive na escuridão”, diz.
Privilegiou o branco, cor que manteve nas cortinas de voil.
Um brasão da República de linho bordado em ponto
cheio é o primeiro impacto de quem entra, e nas paredes,
quadros de natureza morta pintados em guache revelam seu lado
artístico. “Vou vendê-los para arrecadar
fundos para a Fundação Casa Clô que quero
abrir para ensinar modos e afazeres às meninas carentes
do Brasil”, adianta. Na entrada, sobre um tapete tibetano
marrom estão um sofá amarelo e um puff de couro
de vaca pintado de verde. “Lembram as florestas brasileiras”,
diz. Assessores trabalham em mesas com tampo de vidro diante
da estante laqueada em branco. Na porta de entrada de sua sala,
maior que o normal, está uma máscara chinesa esculpida
em raiz de bambu que significa “Boas Vindas”. O
par da máscara, que significa “Vá com Deus”,
Clodovil deu à ex-senadora Heloísa Helena. Atrás
de sua mesa, suspensa por uma cobra naja de cobre desenhada
por ele – Clodovil a chama de “Marta” (numa
referência a Marta Suplicy) –, se destaca o retrato
da mãe, Isabel, pintado por ele. E na parede de fundo,
Clodovil encomendou do artista baiano Osmundinho um painel em
alto-relevo com galhos de árvores, periquitos, cajus
e carambolas. Na porta, outra novidade: um porteiro recepciona
o visitante. “Não é segurança não.
As pessoas não estão acostumadas a ser bem tratadas
aqui!!”, desabafa.
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| .: Magrella
com mais luxo |
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| Cleuza
Ferreira, Tufi Duek e
Adriane Galisteu |
Mais um templo do luxo foi inaugurado no País. Dessa vez
em Brasília. Depois de 35 anos de existência, a Casa
Magrella foi reaberta, no Lago Sul, com 1.500 metros quadrados
de área distribuída em três andares onde,
além da boutique, estão um bar, um bistrô,
um café e uma champanheria. A inauguração,
na terça-feira 20, agitou a cidade. Reuniu mais de mil
pessoas, entre estilistas, empresários, políticos,
celebridades e socialites. “A história da moda em
Brasília passa pela Cleusa (Ferreira, dona da boutique)
e pela Magrella”, disse o estilista Fause Haten.
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