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Waldemar de Carvalho Pinto Filho
Ligado à Santa Casa de São Paulo desde a infância, o atual provedor da entidade morreu aos 70 anos

Por César Taylor

J. J. Leister/AE
O médico Waldemar de Carvalho: vida
dedicada à Santa Casa

• Em 70 anos de vida, o médico ortopedista Waldemar de Carvalho Pinto Filho sempre esteve próximo à Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, um hospital que presta mais de 5 mil atendimentos médicos por dia. Seu pai, um oftalmologista, o levava para o hospital desde que ele era criança. Quando se formou, na antiga Escola Paulista de Medicina, em 1954, continuou ligado à instituição, como assistente voluntário no Departamento de Ortopedia e Traumatologia. Em 1961, foi efetivado médico. Em 1985, virou diretor e, em 1990, foi eleito provedor. “Ele foi um marco na história da Santa Casa”, diz o médico superintendente Antônio Carlos Forte. O período de Waldemar de Carvalho como provedor, entre 1990 e sua morte, foi marcado pela superação de dificuldades financeiras causadas pela condição filantrópica do hospital. Sua morte, que aconteceu na segunda-feira 10, foi divulgada na quarta- feira 12. Ele estava com 70 anos. O sepultamento ocorreu no cemitério Gethsêmani, em São Paulo, na terça-feira 11. Waldemar de Carvalho deixa a mulher, Vera, e os filhos Ana Maria, Ana Cecília e Waldemar.

AP
Edward Gorey: ilustrador do macabro

Edward Gorey, designer cujo senso de humor mórbido o tornou um dos mais respeitados ilustradores americanos, morreu no sábado 15 de infarto, aos 75 anos. Gorey era conhecido por seus desenhos em bico-de-pena de figuras macabras, que aplicou em cerca de 150 livros. Sua inspiração, segundo ele, vinha dos pais, um jornalista católico e uma devota da igreja episcopal que se divorciaram quando ele tinha 14 anos. Em 1978, ele ganhou o prêmio Tony (o Oscar do teatro americano) de figurino numa montagem de Drácula. Não deixa descendentes.

 

Giorgio Bassani, escritor italiano que descreveu a vida dos judeus sob o fascismo em clássicos como
O Jardim dos Finzi-Contini, morreu na quinta-feira 13, aos 74 anos. Ele sofria de duas doenças: mal de Parkinson e mal de Alzheimer. Publicado em 1962, seu livro foi adaptado para o cinema por Vittorio de Sica e venceu o Oscar de melhor filme estrangeiro de 1971. Deixa dois filhos e sua companheira, Portia Prebys.
u Sylvester Zielinski, cinegrafista polonês que estava no Paraná fazendo uma reportagem para um canal de tevê da Polônia, teve seu corpo embarcado para Varsóvia na sexta-feira 14, onde foi sepultado. Ele morreu afogado na praia do Morro do Boi, em Caiobá, no litoral do Paraná, na segunda-feira 10. Zielinski, de 37 anos, mergulhou em uma parte da praia onde havia vários buracos e pedras, após ter gravado cenas durante todo o dia. Ele havia trabalhado em guerras como as da Bósnia
e de Kosovo.

Albert Turner, ativista de direitos civis que participou de campanhas ao lado de Martin Luther King nos anos 60, morreu de parada cardíaca na quinta-feira 13, aos 64 anos. Ele era secretário
de uma entidade cristã de direitos civis em 1965, no Estado americano do Alabama, quando a marcha pelo direito do voto aos negros que ele liderava foi violentamente interrompida por policiais, o chamado “Bloody Sunday”. Turner era descendente de escravos das plantações de algodão. Deixa a mulher, Evelyn.

 


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