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Terninhos
O clássico da meia-estação volta como o coringa da mulher moderna

Texto e edição: Erica Benute
Arte: Edson Pires

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Eles têm um pé nos anos 50. Mas estão voltando com a tecnologia do ano 2000. Feitos em tecidos como lã fria térmica, poliamida com viscose e misturas com elastano, os terninhos têm uma regra: devem ser pesados para dar o caimento. Típica roupa para a mulher ativa, servem de coringa. “Você sai de manhã para trabalhar usando a calça e com uma camisa leve e, à noite, põe o blazer e está pronta para um jantar”, diz Rodrigo Navarro, estilista da grife Comme C’Est. Para ele, essa forma mais clássica de usar o conjunto pode ser quebrada: “Na nossa coleção as peças foram feitas para serem também usadas separadas, uma calça de uma textura com o blazer de outra, por exemplo”. O comprimento do blazer também pode variar. Curto e acinturado, para mulheres mais baixas. Comprido até os joelhos, para mulheres altas. Com os sapatos, também há que se ter cuidado. “Nesse período do ano não é aconselhável usá-los com sandálias”, diz Navarro.

 


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