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Drama

Magnólia
Diretor de Boogie Nights acerta mais uma vez em terceiro filme

Marina Person

Divulgação
Julianne Moore no filme que levou o Urso de Ouro em Berlim

Várias histórias, muitos personagens. Em comum, apenas Magnólia, o nome de uma rua na cidade de Los Angeles. Esse é o título do novo filme do diretor Paul Thomas Anderson, que estréia sexta-feira, 21. Segundo o próprio diretor, o sucesso de crítica de Boogie Nights – Prazer Sem Limites, permitiu que ele, aos 29 anos, se aventurasse a fazer de Magnólia o que bem entendesse. Aproveitando que os produtores estavam felizes com a indicação ao Oscar de melhor roteiro que Boogie Nights havia conseguido, Anderson se lançou a fazer um filme de três horas de duração – sem nenhuma perseguição de carros – que lida com situações extremas. Raiva e remorso, amor e perdão, pais e filhos. Essa colcha de retalhos é costurada com canções de Aimee Mann, sua compositora favorita. O investimento deu certo. Magnólia saiu de Berlim com o Urso de Ouro de Melhor Filme e ainda recebeu três indicações ao Oscar: Melhor Roteiro Original, Melhor Canção e Tom Cruise foi indicado a Melhor Ator Coadjuvante – que fez por merecer. A sua personificação de Frank T.J. Mackey, uma espécie de guru de auto-ajuda para homens que querem se dar bem com as “minas”, é absolutamente impecável. “Seduzir e destruir” é seu lema.

Num dia atípico da sempre ensolarada Los Angeles, a chuva cai torrencialmente sobre a cabeça de alguns personagens: um homem muito rico e moribundo (Jason Robards, Philadelfia) é amparado pela sua jovem esposa confusa (Julianne Moore, Fim de Caso) e por um enfermeiro cuidadoso (Philip Seymour Hoffman, O Talentoso Ripley). Um apresentador de tevê (Philip Baker Hall, O Informante) tenta se reconciliar com sua filha cocainômana (Melora Walters, Boogie Nights), que está prestes a se envolver com um policial. Não é à toa que Magnólia tem sido bastante comparado com Short Cuts – Cenas da Vida, de Robert Altman. Épico moderno

Copyright 1996/2000 Editora Três

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