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Foco
/ O último templário
Um romance a caminho do cinema
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| O Último Templário
(Ediouro, 478 págs., R$ 49,90) nasceu destinado
ao cinema. Seu autor é Raymond Khoury, que, antes
de estrear na literatura com este best-seller
que encabeçou a lista do New York Times
e vendeu 1 milhão de exemplares mundo afora,
já assinou roteiros para Hollywood. O segredo
do sucesso é facilmente compreendido. A história
pega o leitor de forma instantânea, e, a partir
das palavras de Khoury, imagens são construídas
na mente de cada um.
A trama se inicia em 1291 em um ataque muçulmano
ao reino latino de Jerusalém, onde o templário
Martin e seu mestre recebem um baú para guardar.
Sete séculos depois, O Último Templário
ganha ares de ação policial com a arqueóloga
Tess Chaykin e o agente Sean Reilly decifrando mistérios
que remetem à história do passado. Estas
intrigas também não deixaram os brasileiros
indiferentes. Lançado por aqui há oito
semanas, o livro está na quarta edição
e já ultrapassou 24 mil exemplares vendidos,
permanecendo em sexto lugar na lista dos best-sellers
de ficção. Prova de que os leitores
não resistem a uma boa reconstituição
histórica com toques ficcionais, O Último
Templário deve, em breve, bater nas telonas.
Khoury já se dedica ao roteiro.
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