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Revelação

Irmãs em horário nobre na Globo
Irmã de Carolina Kasting, que em junho sai de cena em Terra Nostra, Rejane Arruda estréia na próxima novela das seis, no mesmo mês

Viviane Rosalem

André Durão
Rejane não teme comparações: “No início vai acontecer, mas depois que me consolidar, não serei mais associada a ela”

Todas as noites, por volta das 21 horas, a psicóloga Yara Kasting Arruda e o engenheiro Sérgio Roberto Arruda assistem juntos às cenas da filha caçula de 24 anos, Carolina Kasting, na novela Terra Nostra. A partir de junho, mesmo com o fim de Terra Nostra, eles permanecem de olho na televisão, acompanhando os passos de outra filha em mais uma novela da Globo. Passarão a conferir diariamente os capítulos de O Machão, que sucederá Esplendor no horário das seis, dirigida por Walter Avancini. É a estréia de Rejane Arruda, 29 anos, filha mais velha do casal e irmã de Carolina.

Ela interpretará a dançarina e garçonete Kiki Duprèe, em seu primeiro trabalho na emissora. “Fiz oito anos de teatro em São Paulo, mas sempre tive vontade de trabalhar em televisão”, diz, empolgada. As gravações só começam em maio, mas Rejane já tratou de alugar um apartamento em Jacarepaguá, no Rio, para ficar bem perto dos estúdios do Projac.

Foi o próprio Walter Avancini que a convidou para integrar o elenco da nova novela, depois de ter assistido a um teste de Rejane numa agência de atores em São Paulo. “Ele só descobriu que eu era irmã da Carolina bem mais tarde”, afirma. Carolina foi uma das últimas a saber da novidade. “Alguém lhe contou no corredor do Projac e ela imediatamente me ligou para me dar os parabéns”, orgulha-se Rejane, que é solteira.

SAPATILHAS Bailarina profissional, a atriz começou sua carreira por acaso. Ingressou na companhia de Antunes Filho, em 1992, depois de saber que teria algumas falas num espetáculo de dança do qual participaria. “Acabei transferindo minha paixão pela dança para o teatro”, diz. Abandonou as sapatilhas e se dedicou à interpretação. Em 1995, foi garota propaganda dos comerciais do cigarro Free e recentemente atuou na campanha da margarina Doriana.

Rejane não teme comparações com Carolina Kasting. “Sei que no início isso inevitavelmente vai acontecer, mas depois que meu trabalho se consolidar, minha imagem não será mais associada à dela”, acredita. A escolha pelo sobrenome do pai não foi proposital. “Achei mais sonoro Rejane Arruda do que Rejane Kasting”, explica. As irmãs trabalharam juntas uma única vez, no show A Dança dos Signos, de Oswaldo Montenegro, em 1992. Até os 20 anos, Rejane dava aulas de balé para crianças e dirigia a companhia de dança Disterro, em Florianópolis, onde nasceu e morou até 1992, quando se mudou para São Paulo. “Tenho vontade de atuar com a Carol”, conta. “Além de uma super irmã, é uma excelente atriz.”

 

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