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Gisele
e Guga jantaram com amigos na churrascaria
Porcão, no Rio: “Guga é meu amigo”, garantiu
ela,
ao desmentir suposto affair |
Você tem sonho
de se casar de véu e grinalda?
Não tenho sonho de princesa. Tenho sonho
de casar de branco, mas não em um vestido
tradicional. Essa não é a minha
idéia de casamento. Jamais usaria véu,
grinalda e aquele vestidão. Não
combina comigo. Sou muito mais relax. Você
acha aquela coisa confortável? Deve ser
um peso. Você chega ao final da festa arrasada,
quando tem que estar feliz e aproveitando seu
casamento. Mas eu ainda não pensei no meu
vestido, já que ainda não pensei
em casar.
Que tipo de roupa
nunca usaria?
Nunca usaria roupa desconfortável.
Preciso me sentir bem, confortável, para
ser quem sou. Não entendo quem veste
uma roupa que não deixa a pessoa se mexer
nem respirar direito. Conforto é a palavra-chave
para tudo na vida.
Você já
usou muita coisa desconfortável?
Na passarela, obviamente, sim. Já fiz
muito John Galliano, com aqueles corselets que
apertavam as costelas. Não dava para
respirar, não conseguia sentar nem tomar
água. Fico com pena das mulheres de antigamente
que tinham de usar espartilhos. Não consigo
ficar com aquilo mais que uma hora.
Qual é
a peça mais curinga do seu guarda-roupa?
Sempre uso jeans. É sempre confortável,
vai com tudo. Durante o dia, coloco uma blusinha.
Se tenho uma reunião à noite e
não tô a fim de tomar um banho,
é só mudar a blusa e o sapato.
É do tipo
que tem dificuldade para se livrar de algumas
peças de estimação?
Eu tenho umas roupas, uns
All Stars, que as minhas irmãs olham
e dizem: ‘Pelo amor de Deus, joga isso
fora, está cheio de furo!’. Tenho
algumas coisas que são como aquele cobertor
de quando você era criancinha. Não
dorme sem. Tenho aquele jeans, aquela camiseta
que está comigo há 15 anos, sei
lá, e não tenho como me desfazer.
Mas são poucas peças. Até
porque meu corpo mudou. Hoje já não
cabe mais tudo que cabia antes. Muitas roupitchas
favoritas hoje não me servem. Desde que
parei de fumar (no início de 2005),
perdi uns 20 jeans. Mas tudo bem. Os que eu
mais gostava ainda me servem. Estão tão
ferrados, que já virou stretch.
Você é
consumista? Vai a shoppings?
Sou consumista, não posso esconder. Mas
não costumo sair para fazer compras.
Geralmente, compro enquanto trabalho. Tenho
sorte. Trabalho com estilistas maravilhosos.
No trabalho, vejo araras cheias de coisas legais
e pego duas, três peças. É
meu shopping. Odeio lojas de departamento. Não
consigo nem entrar. Fico confusa. Gosto de lojinhas
menores. Mas sempre faço compra no Natal.
Um mês antes, preparo minha lista. Como
tenho cinco irmãs, família grande,
é obrigação fazer compras.
Como você
se veste para pegar onda?
Se tiver quente, como no Brasil, dá para
surfar de biquíni, o que é bem
melhor. Se for numa água fria, tem que
ter uma roupa especial, porque senão
você congela. Mas eu não surfo
muito, pois não tenho tempo. Só
nas férias. Faz muito tempo que não
surfo. (risos)
Quando foi a última
vez que você surfou?
A última vez foi em fevereiro. Conta
aí quantos meses. Faz
muito tempo.
Ninguém
acreditou que você só teve cinco
namorados, contando com Kelly Slater e Leonardo
Di Caprio, como
você recentemente declarou a uma revista.
Não falo de minha vida pessoal, não
sei como estas coisas aparecem. As pessoas que
falem o que elas querem falar, mas eu vou continuar
não falando da minha vida pessoal.
Vai acompanhar
a Copa do Mundo?
Claro. Quero ver o Brasil ganhar. Não
vou poder ir pessoalmente, mas vou tentar ver
pela televisão. Vou gravar os melhores
jogos.
Como é
a torcedora Gisele?
Eu não assisto muito futebol, porque
nos Estados Unidos não passa muito. Mas
Copa do Mundo é diferente. O Brasil é
Brasil e quero assistir o meu país jogar
e ganhar. Pipoca tem que ter, assim como amigo
em casa, gritando quando faz gol e usando camisa
do Brasil para trazer sorte.
Quem você
mais admira na Seleção Brasileira?
Ronaldinho Gaúcho,
com certeza. Eu o conheci há uns seis
anos, quando estava vindo de Los Angeles para
o Brasil. Não tinha idéia de quem
ele era, que tinha jogado no Grêmio, o
time que meu pai torce. É para eu ser
gremista, mas nunca vi jogo do Grêmio.
No check-in no aeroporto, a mulher me disse
que ele era jogador de futebol e gaúcho.
Eu disse: “Você é gaúcho?
Eu também sou”. Ficamos lá
conversando, aquela coisa de dois gaúchos
orgulhosos. Eu não sabia quem ele era.
Nunca tinha visto ele jogando. Ronaldinho foi
muito gente fina. Nunca mais nos vimos, mas
o astral dele é pra cima, positivo. Sou
fã dele.  |