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Entre
o coração e a promoção
Convidado
por um de seus patrocinadores, a Mastercard, a subir ao camarote,
Eddie Jordan (de amarelo), dono da escuderia Jordan, teve de livrar
seus anfitriões de uma saia justa. O presidente da empresa no Brasil,
Desmond Rowan, e seu diretor de marketing, Roberto Puccetti (de
óculos), não sabiam dizer para quem torciam: o brasileiro Rubens
Barrichello ou os dois pilotos da equipe patrocinada, Heinz-Harald
Frentzen e Jarno Trulli. “O profissional torce pela Jordan, mas
o coração é do Rubinho”, admitiu Puccetti. Coube a Jordan o contorno.
“Tudo bem, fui eu que ensinei tudo que o Rubinho sabe”, brincou
o irlandês, patrão de Barrichello entre 1993 e 1996.
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