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Feiticeira
acorda tarde e Susana brilha
Foi
a síndrome de dorminhoca – e não a falta de credenciamento – que
tirou Joana Prado, a Feiticeira, dos boxes da F-1. Sem ter sido
convidada para nenhum camarote, ela conseguiu, de última hora, que
a Antarctica lhe desse o passe para badalar no GP Brasil. Não cobrou
cachê. Exigiu apenas alguns ingressos a mais, dois para o Paddock,
entregues a seu irmão Thiago (com ela na foto) e a seu empresário
Marcos Saraiva, e outros quatro para a Tribuna de Honra, destinados
a seu pai, a madrasta, um amigo e seu segurança pessoal, Ben Johnson.
Mas para ver Rubinho nos boxes deveria estar no autódromo antes
das 12h15, horário de visitação permitido aos convidados do Paddock.
Chegou lá dez minutos depois. Ao pedir para a segurança abrir uma
exceção, ouviu do responsável pelo rádio: “Diz que eu queria ela
no meu quarto, mas nem tudo nessa vida é possível e na Ferrari,
a essa hora, ela não vai”. Joana justificou o atraso: “Fiz show
sábado, em Poços de Caldas, e fui dormir às 6h30. Por isso acordei
tarde”. Acabou cedendo espaço para outra loura, Susana Werner (à
dir.), que acordou bem cedinho e foi fotografada por todo mundo
ao lado da McLaren de Mika Hakkinen.
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