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  DINHEIRO ISTOÉ
 
 

Você conhece bem seus ídolos? Então descubra de quem estamos falando. Respostas no final da coluna.

1. “Vai que é sua, Tafarel!” e “Ayrton Senna do Brasil!” foram bordões que me tornaram conhecido de norte a sul do País. Não que eu seja unanimidade. Tem gente que me ama e tem
os que me odeiam, como os torcedores que me mandaram pentear macacos. Hoje, no entanto, quando se fala em apresentador de esportes na tevê, o meu nome é sempre o primeiro. É que os telespectadores vivem repetindo os tais bordões que eu invento. O último deles: “Acelera, Rubinho!”.

2. Minha mãe é uma linda atriz de tevê muito conhecida no Brasil. Eu, no entanto, vivia mais em Londres, onde minha profissão oficial era modelo. Fui até capa numa revista inglesa. Gosto de andar perto dos famosos. Nos últimos meses, virei manchete nos jornais e revista por causa do nascimento do meu filho. A causa de tanta comoção é que o pai do menino é um roqueiro apelidado de “lábios de borracha”.

3. Sou arquiteto mas nunca trabalhei na área. Desde cedo, em Pereiro, cidadezinha do sertão cearense onde nasci, demonstrei talento para a cantoria. Resultado: mudei para Fortaleza e hoje sou reconhecido como o maior astro da música pop-brega no Brasil. Também, quem poderia deixar de me reconhecer? Uso chifres na cabeça e escrevo letras em que cometo barbaridades como “I’m Not a Dog No”, “Te Peguei no Fraga” e “Vida de Corno”.

Copyright 1996/2000 Editora Três