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Ping-Pong

Hector Babenco

Gabriela Mellão

Rogério Albuquerque

Depois de 12 anos, por que voltar ao teatro?
Apesar de cinema e teatro serem artes diferentes, meu fascínio é o ser humano que procura complementação. Trabalho com pessoas diferentes
de mim, com a intenção de encontrar uma química que dê certo.

Sobre o que é a peça?
Sobre a carência de amor – e não a falta de sexo. A necessidade de ser amado, de se estabelecer uma relação mais intensa do que o simples encontro sexual.

A peça é cinematográfica?
O espetáculo é composto por 12 relatos que varrem a relação de
quatro personagens ao longo de cinco anos. Vejo o espetáculo como uma seqüência de polaróides. Como se estivesse realizando uma série de curtas.

Qual a diferença de dirigir teatro e cinema?
O que parece ser um limite no cinema, no teatro é uma grandeza. A perfeição no teatro requer saturação. É repetir, repetir, gerar densidade. Até chegar o momento em que o ator está fazendo o melhor dele.

Qual a modernidade da peça?
Nenhum personagem tem culpa. As pessoas vivem de forma total e absoluta o exercício da liberdade.

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Copyright 1996/2000 Editora Três

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